terça-feira, 19 de janeiro de 2010

domingo, 11 de outubro de 2009


ancelmo luiz graceli



Postado por ancelmo às 04:04 0 comentários Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI.



Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.



ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Rua Itabira, n 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.
ancelmo


Sexo: Masculino

Local: Cariacica : E.S : Brasil

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unificação cosmológica.

unificação cosmológica.

autor Ancelmo Luiz Graceli.

Brasileiro, professor, graduado em filosofia.

rosa da penha, Cariacica, E.S Brasil
Unificação cosmológica. Total e universal.



Entre o cosmo, a energia, os elementos, a matéria.



A física, química, cosmologia, cosmofisica, astrofísica, geofísica, e astronomia.





Os fenômenos de produção dos elementos também são os mesmos que produzem o formato dos astros.



Sua dinâmica. E sua órbita é uma consequência destes fenômenos de interações, fusões, e fissões.



O espaço denso que produz os energeticuns produz a matéria e os elementos. Que produz os astros e seu formato.





1-Elementos fundamentais – espaço denso, energeticuns, energia, matéria, elementos.



2-Processos fundamentais – interações, fissões, aglutinação, fusão.



3-Processos secundários – dinâmica, fluxos, retorno, avanço, pulsos.



4-Efeitos primários – órbitas, formatos, variações, alternancidade.





O primeiro produz o segundo, que levará a produzir o terceiro, que o quarto é uma consequência dos anteriores.





Unificação cosmológica. O mundo das interações físicas e energia [energeticuns].



A mesma interação que produz o sistema atômico e seu fluxo de produção de energia, produz também os elementos químicos.



O decaimento de energia se deve ao fluxo e processos do sistema atômico na produção de energia.



Este mesmo processo e produção de interações físicas produzem os astros, anéis, campos, magnetismo, aglutinação da matéria, dinâmica e órbita dos astros.



Produz s radiação, a luz, a temperatura, sismos e os campos.



Este mesmo processo produz a aglutinação da matéria e a desintegração da mesma.



Sê a intensidade for grande produz a desintegração. Sê for pequena produz a integração.















UNIFICAÇÃO GERAL POR INTERAÇÕES FISICAS E PRODUÇÃO DE ENERGIA.







O espaço denso se transforma em energeticuns, que se aglutina pela ação da pressão do próprio espaço denso.





Os energeticuns se aglomerando e se aglutinando dará inicio a uma forma primária de matéria, anterior aos elementos químicos.



Que mais tarde será iniciado o processo de origem do sistema atômico. [ver no texto sobre energeticuns].



Só depois será dado inicio ao sistema de produção dos elementos.



Com a aglutinação dos energeticuns, sistema atômico e de elementos as estrelas começam a se formar por aglutinação pela ação da pressão do espaço denso sobre os energeticuns, sistema atômico e elementos.



O cosmo, ou melhor, parte e fase dele se tem início.



A energia e processos físicos e interações física de produção de energia começa a dar aceleração de rotação e translação ao cosmo. Enquanto a temperatura dentro das estrelas aumenta progressivamente, conforme a aglutinação aumenta.



Os fenômenos como sismos, magnetismo, gravitação, radiação, decaimentos, fissões, fusões, e outros dentro das estrelas e de seus secundários começam a surgir com intensidade conforme as interações físicas de produção de energia também vai crescendo.



Os secundários passam a ter sua dinâmica e órbita conforme a energia que recebe dos primários.



A morfologia dos astros, galáxias e do cosmo também depende da produção de energia que as interações físicas produzem.



Ou seja, física, química, astroquímica, cosmoquímica, a astronomia, astrofísica, astromorfologia, cosmologia, cosmofisica cosmomorfologia depende da produção de energia das interações físicas.



Assim se tem uma unificação pela produção de energia que as interações físicas produzem.





A astromorfologia é o formato do astro que depende de condições de energia do primário para produção do secundário.



Vê-se que os satélites de marte, asteróides e cometas são de formato mais irregular do outros astros, pois foram produzidos em condições de energia diferentes dos planetas.



O mesmo acontece com a as galáxias que depende da aglutinação pela ação da pressão do espaço denso.











Décima sétima teoria graceliana de astronomia.



Variações da rotação com o acréscimo de temperatura.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.



Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.



Endereço – Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Colaborador. Márcio Piter Rangel.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais – Brasil.



Apresentado a Sociedade Brasileira de Física – SBFísica.



Brazilian Journal of Physics.



Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus. Pois é o único absoluto.



A velocidade de rotação aumenta quando um satélite se aproxima de uma estrela ou um planeta muito quente, como no caso de mercúrio e Vênus, quando eles possuem grande temperatura e radiação. Este acréscimo de temperatura faz com que a velocidade aumenta, a inclinação da rotação e órbita também sofre uma mudança.



A radiação também aumenta, com também a pulsação, magnetismo, sismos, temperatura, movimento da atmosfera para o equador, anéis, discos.



Estes fenômenos são detectados em asteróides, na lua, e satélites de marte.



E com o spin [rotação] de partículas, aceleração de rotação de gases.



Os fenômenos da lua de evecção, deformação da órbita da lua e outros fenômenos.





Não a luz ou campo que atua variando a rotação de satélites, meteoros, asteróides, cometas. Mas sim a radiação e temperatura do sol, que faz com os processos físicos sejam alterados.



Existe dois fatores que agem nas variações:



UM PRIMÁRIO que faz parte da origem do astro e de toda sua dinâmica, onde o astro se forma em um meio com pouca rotação e grande translação por ser ainda parte do primário.



A rotação inicia ínfima, vai crescendo conforme se afasta do primário e conforme a sua produção de energia, chega ao seu máximo e volta a diminuir progressivamente.



O fator secundário é quando o astro se afasta do primário, porem ao fazer uma aproximação no ponto mais próximo da elipse a rotação, translação e afastamento, inclinações e excentricidades sofrem uma pequena variação. Isto se confirma com a lua por ser o satélite mais próximo do sol, meteoros, asteróides e cometas quando se aproximam da radiação e altas temperaturas do sol. Pois produz uma ação sobre os processos físicos destes secundários, alterando os seus fenômenos.











Vigésima primeira teoria de astronomia graceliana.



Astronomia fluxonária estruturante graceliana.



Os astros secundários se originam de um processo de fluxo de desintegração e reintegração.



Desintegração pelos processos físicos e liberação do material de radiação no espaço.



E reintegração pela aglutinação deste material através da ação da pressão atmosférica, magnética e do espaço denso.



O magnetismo produz uma pressão sobre este material no espaço, carreando eles para a linha do equador, produzindo anéis e discos, para depois serem esferificados pela pressão atmosférica e do espaço denso.













VIGÉSIMA TERCEIRA TEORIA GRACELIANA.



ASTRONOMIA MODIFICATÓRIA ESTRUTURANTE E ÓRBITAS DE FLUXOS VARIADOS.



Para além de Kepler.



ASTRONOMIA MODIFICATÓRIA ESTRUTURANTE.



As órbitas dos secundários iniciam de uma irregularidade média e passa a ter uma estabilidade e regularidade média a pequena, e depois volta a ter uma irregularidade e instabilidade crescente e progressiva infinitamente.



Isto depende da energia, rotação e magnetismo do primário originador que inicia a translação do secundário. Pois conforme a energia, magnetismo e rotação do primário vai ser dado inicio da translação, que será conforme a energia, magnetismo e inclinação e intensidade da rotação do primário.



E conforme a energia e diâmetro do astro secundário juntamente com os fenômenos citados anteriormente, ele terá uma órbita com maior ou menor inclinação e elipse.



Um secundário pequeno terá uma grande irregularidade, que pode iniciar também com uma grande irregularidade se o seu primário originador ter uma grande inclinação de rotação.



Pois é a rotação do primário que inicia a translação do secundário, antes mesmo dele se esferificar, ou seja, na forma de anéis ou discos de radiação e gases.





Isto pode ser confirmado nas órbitas dos planetas, satélites, cometas e asteróides.



Assim, a astronomia é um processo estruturante e modificatorio. Não inicia e termina da mesma forma, pois muda constantemente.





FLUXO DE VARIAÇÃO.





As órbitas também seguem um fluxo de variação, a elipse e inclinação variam [crescem e diminuem] num fluxo crescente até um ponto e depois volta a ser decrescente até um ponto menor. Retornando a crescer e a decrescer, infinitamente.



O mesmo acontece com os períodos e órbitas dos cometas e asteróides. Pode-se ver que há uma diferença de até sete períodos crescentes na órbita do cometa Halley e depois volta a ser decrescente. Esta diferença chega a ser até de horas.



Isto se confirma também na órbita dos asteróides e satélites. E está presente nas irregularidades da órbita da lua. [ver teorias gracelianas já publicadas].



O fluxo de variação também depende do astro originador e da energia e diâmetro do próprio astro.





Parte destes cálculos já foram publicados e outros ainda serão publicados.



Isto confirma que as órbitas não são fixas, mas sim se modificam e seguem leis estruturantes da natureza.







Transitoridade – a realidade e os processos físicos não são nem absolutos, pois se modificam a todo o momento.



E não são relativos, pois eles existem em si mesmos independentes de referenciais.









Teorias graceliana –



Conjunto de teorias que visam a unidade geral que englobam a:



1-Teologia.

2-Filosofia.

3-Antropologia.

4-Ontologia.

5-Psicologia.

6-Biologia.

7-Cosmologia.

8-Cosmofisica.

9-Astrofísica.

10-Astronomia.

11-Física.

12-Química.

13-Geografia.

14-Geofísica.

15-Astrografia.

16-cosmogênese,









Teoria universal graceliana [geral] entre a física, química, astronomia, cosmologia, cosmofisica e cosmomorfologia.



A mesma interação física que produz o sistema atômico produzem os astros com sua rotação, translação, afastamento e órbita, produz o alinhamento dos astros e a harmonia do cosmo.



Por isto que o universo é estruturante [em formação], e a astronomia e o sistema atômico também são estruturantes, ou seja, fazem parte de um sistema de mudanças e aprimoramentos, regidos por produção de energia, produção de elementos químicos, produção de astros e alinhamentos, e desintegrações de astros e do sistema atômico.



E caminha em direção a harmonia cósmica pela produção, fluxos de reestruturação de astros, alinhamentos de astros pelo magnetismo, e afastamento progressivo.



Espaço denso = energeticuns = Interações físicas = produção de energia = produção e fluxos do sistema atômico e produção dos elementos = produção de temperatura, radiação, luz e desintegração do sistema atômico e de astros = produção de campos e do magnetismo.



Energia produz a dinâmica e astros, e produz o alinhamento pelo magnetismo, e que a rotação do primário produz a translação dos secundários, e suas órbitas.



O espaço denso contém pólos que se transformam em energeticuns e que produz a aglutinação que produzirá a matéria. Com a matéria muito aglutinada e densa as interações aumentam ocorrendo o sistema atômico, produção dos elementos, astros, campos, temperatura, luz, radiação, dinâmica e órbitas.





Depois no espaço voltam a se aglutinar de novo, pois já estão mais frios e a temperatura é menor, pois a matéria se encontra menos densificada. E os processos de fluxos continuam com a ação de aglutinação pólos e campos, e desintegração com o retorno a grandes densificações onde ocorre com grandes intensidades a produção de energia, dos elementos, dos campos, da temperatura, da radiação, e de luz.



Ou seja, o universo é estruturante e obedece a um fluxo regido pelos pólos dos energeticuns e pela densificação que produz grandes temperaturas e radiação.





Fluxos = pólos dos energeticuns = aglutinação = densificação.



Grandes temperaturas = desintegração, radiação e luz.













Teoria pulsantica graceliana.

Teoria da extremidade quântica.

Teoria da inconstância quântica na produção de energia.





Os fluxos de produção de energia são variáveis dentro das partículas, e são inconstantes e obedecem a um fluxo de intensidade crescente até um extremo de intensidade e decresce até outro extremo de intensidade mínima.



Mesmo ocorrendo neste limite de fluxo a produção segue uma inconstância, nunca sendo a mesma. Por isto que o elétron pula de uma órbita para outra momentaneamente. Sendo que a fases de maior quantidade de saltos. Isto por que ele se encontra no ápice do extremo de intensidade.



Os saltos também seguem uma inconstância no tempo, momento e espaço.





Temos ai.



1- A inconstância quântica de produção de energia e saltos de elétrons.



2- Fluxos de intensidade de produção de energia.



3- Limite máximo e mínimo de produção de energia dentro de um fluxo.



4- Fases de maior quantidade e intensidade de produção de energia, dentro do fluxo, onde ocorre a maior parte das inconstâncias.



5- extremidade quântica de energia. A produção de energia fica entre dois extremos – um máximo e outro mínimo.



6- a inconstância produz o pulso quântico. Uma partícula apagando e acendendo constantemente.



7- os campos também passam por estes pulsos quânticos, e pulsos de produção de campos.



8- o mesmo acontece com os gases e elétrons durante uma dilatação térmica.

Uma estrela também passa por extremos de produção de energia. Sempre crescendo e aumentando.











Teoria graceliana da totalidade.



TEORIA FÍSICA, COSMOLÓGICA, ASTROFÍSICA E ASTRONÔMICA DA TOTALIDADE.



Esta teoria visa fundamentar a natureza dos fenômenos físicos entre si.



Os fenômenos astronômicos, sua dinâmica, órbitas e variações dependem do mundo físico de processos em que se encontram.



A dinâmica de um astro depende da sua origem.



A sua origem depende da natureza e intensidade de processos físicos do seu produtor – primário.



O cosmo como um todo depende desta natureza, intensidade e variações físicas.



O TUDO DE INTERAÇÃO.









Décima oitava teoria de astronomia graceliana.



TEORIA GERAL – DA ORIGEM DO UNIVERSO, COSMOFÍSICA, ASTROFÍSICA E ASTRONOMIA.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.



Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.



Endereço – Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Colaborador. Márcio Piter Rangel.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais – Brasil.



Apresentado a Sociedade Brasileira de Física – SBFísica.



Brazilian Journal of Physics.



Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus. Pois é o único absoluto.



O processo de formação do universo determina os fenômenos da cosmofisica, onde os astros se formaram e se desintegrarão dando origem a outros menores e com menos energia e processos físicos. Todos estes processos que fazem com que os primários se desintegram progressivamente darão condições a outros nascerem.



E com o nascimento se dará origem a rotação, translação, afastamento e órbitas dos astros.



A COSMOFÍSICA É OS PROCESSOS FÍSICOS QUE OCORREM NO ESPAÇO ONDE É DETERMINADO O UNIVERSO FÍSICO QUE FORMA O COSMO.



Ou seja, os fenômenos que formam e produzem o cosmo são os mesmo que ocorrem dentro e próximo dos astros e determina os fenômenos da astronomia.

Que são – fusões e fissões nucleares, radiação interna e externa, altas temperatura, produção de campos magnético e gravitacional, altas temperaturas, gases, anéis, discos, discos de anéis e de esferas, asteróides.





A produção de energia e radiação vai produzir a rotação do primário, que vai produzir a translação do secundário. Depois este secundário ao se esferificar e afastar-se e vai dar inicio a sua própria rotação. Que ao formar um secundário vai produzir a sua dinâmica.



COM ISTO SE CONCLUI QUE:



Depende da produção de energia e radiação.

A dinâmica surge com a origem do astro.

A translação e órbita são uma conseqüência da energia, radiação e rotação do primário.









Teoria física fenomenológica de interações de energia.



Esta teoria difere da relatividade por usar a energia e os fenômenos, enquanto a relatividade usa espaço tempo continuo e os fenômenos variam em seus valores em relação a referenciais.



Visa unificar todos os fenômenos como causa, origem e efeito de energia e fenômeno.



Fundamenta-se na origem, e desintegração da matéria e energia, ou seja, não se conserva.



Fundamenta-se em energia, e se energia é dinâmica, logo, o universo não tem como essência e natureza a inércia e o repouso, mas sim a dinâmica.



O universo não é curvo ou ilimitado, mas sim, sem limites e sem formas. Tudo depende da intensidade de produção de energia daquele sistema.



Unifica os campos como causa e fenômeno de energia.



O mesmo com as partículas.



O salto dos elétrons, energia de ligação, radiação.



A física pulsantica.









TEORIA FÍSICA E COSMOLÓGICA FENOMENOLÓGICA DE ENERGETICIDADE.

TEORIA FÍSICA DE DUALIDADE E TRIALIDADE.



As teorias gracelianas não se fundamentam em espaço, tempo, referenciais, dimensões, conservação de energia, inércia e repouso. Espaço curvo, cordas, teoria M, teoria de onze dimensões, antimatéria, matéria escura. Big bang. Expansão.



Mas sim, com espaço denso com que todas as partículas, matéria e energia são produzidas.



Todo mundo físico é composto de espaço denso.





E a produção de energia, que foi produzida pela compressão do espaço denso na forma de matéria, produz os campos, a temperatura, as fusões, fissões, saltos quântico, estado excitado, movimento dos elétrons, dos gases, dinâmica dos astros e do próprio cosmo. E evolução e mudanças químicas e cosmológicas. Dilatação térmica.



A unidade se fundamenta numa dualidade – espaço denso e energia. Que é produzida pelo próprio espaço denso. E a dualidade se transforma numa trialidade. Pois o que rege toda esta engrenagem, esta harmonia e ordem cósmica e fenomenológica só podem ser um poder superior que é o divino.



O universo se origina de uma contração do espaço denso que produz a matéria e o cosmo. E não de um big bang.



Todos os campos possuem as mesmas propriedades, o mesmo acontece com as partículas.



Parte deste trabalho já foi publicado na gug – unificação graceliana.





FISICA TEORIA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA POR INTERAÇÕES E ENERGETICIDADE.



Onde unifica a física, fenômenos nucleares, decaimentos de energia, radiação, produção de luz , calor temperatura, radiação, produção de campos, ação magnética dos astros, formação de astros e desintegração.



Assim, se tem a física, química [produção e evolução dos elementos químicos], formação e desintegração dos astros, fluxos cósmicos de produção e desintegração através de interações e energeticidade.



Física,

Química,

Astronomia,

Cosmologia.





A UNIFICAÇÃO DE CAMPOS PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.



Todos os campos incluindo o fotônico, o do espaço denso possuem cargas positivas e negativas, direcionam tudo para o equador, dos pólos para o equador.



Tem alcance finito e diminui conforme a fonte que o produziu. Ou seja, decresce a sua intensidade progressivamente. E é finito.



O campo gravitacional também tem ação impulsora e não só de atração. Isto se confirma na evaporação das moléculas de água quando sobe para o espaço. E quando se junta de novo desce em forma de chuva. Logo tem as duas ações.



Alem de ter também a ação magnética de direcionar tudo para o equador dos astros.





E é um campo de intensidade forte, só é visto como fraco porque quando medido, é medido longe da onde está sendo produzido. Pois, o campo gravitacional tem a sua intensidade de produção onde ocorre a maior intensidade de produção de energia. No caso no núcleo do astro.



E o que produz os campos não são as partículas, mas a produção de energia, por isto que no núcleo dos astros ocorrem à produção de campo gravitacional e magnético do mesmo astro.



Em torno de um fóton de luz se tem um campo com todas as características de um campo gravitacional em torno de um astro. Pois o que produz os campos não são partículas, mas a produção de energia que produz as partículas, sua temperatura, radiação, atração e impulsão, e campos.







TEORIA DO UNIVERSO ESTRUTURANTE GRACELIANO.



O universo é único, mas se apresenta em varias fases e estágios de estruturação.



Que ocorre a partir da contração do espaço denso. Até formar a matéria e os astros.



Depois passam a fase de fluxos de desintegração e reintegração.



Não há um inicio único, há vários inícios, por isto se tem varias galáxias, aglomerados só de nuvens de gases, outros filamentos de espaço denso, outros com estrelas, e esferas.



Em cada ponto do espaço tem filamentos de espaço denso, que tem por natureza se aglutinar e produzir uma pressão interna.



Enquanto em alguns lugares esta material se transforma em matéria por compressão, e consequentemente em energia e interações de energia, passa a produzir temperatura, radiação e campo.



A aglutinação continua com a ação de compressão do espaço denso.



Todo este material se encontra no espaço que vai vagarosamente se aglutinando, formando matéria, onde começa a surgir os primeiros corpos astronômicos, com densidade rarefeita, densidade ínfima, que vai aumentando a densidade, formando os primeiros astros, já em estado esféricos pela compressão do espaço denso.



Enquanto outros vão se formando em volta, temos o surgimento das galáxias.



O universo inicia de fora para dentro pela compressão do espaço denso, e não de dentro para fora.



Não existe isto de estado de vácuo, que o leva a inflar. Numa época inflacionaria.



As forças são uma consequência e causa da produção da energia, e nada tem haver com as mudanças e dinâmica e fluxos do cosmo.



O que rege este fluxo é a compressão do espaço denso e atmosfísica, e a desintegração pela ação das fusões e fissões, e altas temperaturas e radiação.



As partículas na verdade é uma só, ou melhor, as partículas não são partículas. Mas espaço denso comprimido.



A dinâmica dos astros é uma consequência da produção de energia, altas temperaturas e radiação.



O tempo não existe como coisa em si neste universo.



O espaço não é um vazio, não é um vácuo. O espaço tem densidade e desta densidade que a matéria começa a ser formada, onde vai continuar a aglutinação pela compressão da própria densidade do espaço. Aonde vai se formar as partículas, a energia e os astros.



Uma das provas é que a matéria é infinitamente divisível, ou seja, são imensas filamentos de densidade de espaço para formar uma só partícula.



Ou seja, toda partícula na verdade é uma só na sua essência e natureza de ser. Que é ser filamentos de espaço denso. Temos aí uma nova teoria de unificação das partículas, energia, matéria e astros. E o espaço denso igual a matéria.



UG = ED+COMPRESSÃO = PARTÍCULA = MATÉRIA = ENERGIA.



UG = unificação graceliana.



ED = espaço denso.





Temos a consciência de que para que haja fogo tem que o oxigênio ser queimado.



E como os fótons de luz e de calor que atravessa o espaço e chega até à terra. O que ele queima para manter esta temperatura, e porque ela não se apaga durante todo este percurso.



OU SEJA, NO ESPAÇO EXISTEM MUITOS ELEMENTOS QUÍMICOS OU A PRÓPRIA DENSIDADE DO ESPAÇO PRODUZ ESTA CHAMA ACESA. ENQUANTO ISTO, O CALOR DO SOL CONTINUA CHEGANDO ATÉ NÓS.







A ENERGIA É UMA CONSEQUÊNCIA DO ESTÁGIO DE AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO.



ED + AGLUTINAÇÃO = MATÉIRA.



ESPAÇO DENSO + AGLUTINAÇÃO = ENERGIA.



Enquanto num ponto se encontra num estágio mais avançado, em outro já se encontra em estágio final, enquanto está no início.





Temos aí a origem da matéria, das partículas, dos campos, dos astros e sua esferificação, seus fluxos e mudanças.



Não existe isto de simetria no universo, o que existe são estágios de um aglomerado para outro.



Os átomos surgem pela compressão do espaço denso.



O universo não surgiu em um só momento, mas enquanto ele se encontra em estágio final num ponto, em outro ele está no meio, ou no início. Ou vários estágios em um só lugar.



Logo, a matéria não é obra de um só momento, mas uma produção constante de mudança e variação.



Não existe um equilíbrio térmico, o que existe são fluxos de produção de energia e fluxos de estágios de energia e da matéria.





Não são os processos nucleares que produziram e deram origem a matéria, mas a compressão do espaço denso.





O universo no seu inicio não veio de um estágio muito quente, para um mais frio. Mas sim de um estágio nem quente e nem frio do espaço denso. Formando a matéria e a produção de energia, e com a imensa aglutinação a temperatura aumentou internamente. Produzindo a radiação. Voltando a esfriar enquanto se desintegra. Mas obedece a um fluxo.



Enquanto chega a cinco mil graus Celsius dentro de uma estrela, fora fica na média de dez graus Celsius negativos no espaço.



Ou seja, o universo surge de uma situação de temperatura negativa, para uma situação de temperatura positiva e de grandes intensidades. Isto se deve ao processo de aglutinação. Onde se origina a matéria e produção de energia. E que a produção de energia origina a temperatura e os campos.





Ou seja, o átomo não surge de uma fornalha, mas sim de uma compressão.



E AS GALÁXIAS E ESTRELAS SÃO UMA CONSEQUÊNCIA DESTA AGLUTINAÇÃO, QUE LEVA A UM AQUECIMENTO E PRODUÇÃO DE ENERGIA E TEMPERATURA. OU SEJA, GALÁXIAS E ESTRELAS SURGEM DE UMA AGLUTINAÇÃO E UM AQUECIMENTO DO UNIVERSO. E NÃO DE UM ESFRIAMENTO.

Do contrário o que levaria o universo a ser tão quente, para esfriar e dar origem às estrelas e galáxias.



Ou seja, o que ocorre é o contrário. O universo inicia frio e aumenta a sua temperatura pela aglutinação do espaço denso. Dando condições de surgir a matéria, energia, temperatura, campos, galáxias, estrelas, partículas, e a atmosfísica.



Logo, o universo não é obra de um só momento.



Ele causa de uma compressão. E não de uma inflação.



Inicia frio para quente. E não de quente para frio.



Na termodinâmica se confirma que tudo que se comprime aumenta a temperatura, e toda temperatura alta produz radiação.



Temos o universo com uma só origem pelo espaço denso e depois de nascido vai se transformando por fluxos.







UNIVERSO DE FLUXOS. E ESFERIFICAÇÃO.



O universo a partir da matéria e energia passa a se processar em fluxos de aglutinação pela compressão do espaço denso e pressão atmosférica, por isto que os astros são esféricos, e não retangulares ou ovais.



E voltam a se desintegrarem pela ação da temperatura, radiação e grande produção de energia.



Enquanto a matéria evolui e se modifica. Quando se formam os núcleos, átomos.





O Sol surge na condição de estrela, que é de compressão primária. E da sua grande temperatura inicia a radiação. Onde com este material da radiação começa a surgir os planetas, dos planetas os satélites e cometas. Iniciasse a o fluxo cósmico. De desintegração e aglutinação.



A matéria se modifica e evolui. Com o poder do criador é possível ser instalado nesta matéria a vida e vitalidade.



Surgem as plantas com grande produção de oxigênio. Que passa a ser o combustível para o surgimento da vida.









SURGE O CARBONO, OXIGÊNIO, HIDROGÊNIO E NITROGÊNIO.



Os elementos vão se modificando e dando condições ao surgimento da vida.



Porem o elemento principal para a vida é o carbono, juntamente com o hidrogênio e o oxigênio.





A vida surgiu não na forma de células. Mas de aglomerados químico de vários elementos com grande pressão externa sobre estes aglomerados, que estas grandes pressões só existem nas fossas oceânicas.



Estes vários elementos químicos aglutinados formaram um só corpo, e passou a modificar internamente aqueles elementos mais internos do aglomerado. E passou a produzir energia com esta modificação. Temos aí o um processo físico e químico.



Com o tempo foi produzido varias e ínfimas saídas destes elementos modificados, seria como o excremento das reações internas dos aglomerados.





Estas portas de saídas passaram a ter dupla finalidade. A saída do material modificado e com pouca energia, e a entrada de elementos novos e com mais energia, para a produção de novos processamentos com este material com mais energia.



Encontramos nos corais situações como estas e seres em forma de bastão com ínfimas e infinitas entradas e saídas.



Ou seja, a vida surge de um processamento físico e químico e de modificações químicas.



E estas modificações químicas e processos físicos, e metabolizações, e produção de energia pelos ribossomos acontecem até hoje.





Estes aglomerados primários das fossas oceânicas se formavam em grandes quantidades de cálcio.



Com o tempo estes seres foram se modificando e aumentando a sua capacidade de modificação química e processos de energia. E foram migrando para áreas com menos pressões oceânicas, enquanto aumentavam as suas potencialidades internas de produção de energia e capacidade interna para modificação química.



Desta situação surgiu os corais, depois águas-vivas, liquens, vegetais e depois os animais.



Ou seja, a vida não surgiu de uma célula, mas de aglomerados químicos por pressão oceânica, modificação química, produção de energia e processos físicos.



Assim, a vida surgiu de varias situações e processos físicos e químicos.

Os corais, vegetais, animais continuam até hoje realizando modificações químicas, processos físicos e produção de energia.



O ser quando nasce de um óvulo, é porque ali tem uma condição propícia para o nascimento e desenvolvimento daquele novo ser.



E aquele novo ser que se forma tem uma grande quantidade de elementos e de energia a sua disposição para aquele nascimento e desenvolvimento.



Este novo ser tem condições vitais para sobreviver e produzir novos elementos e processos por um bom tempo. Quando termina estas condições vitais este ser diminui os seus processos de produção de energia, e passa a envelhecer até morrer.



Uma das causas principais do envelhecimento e morte é o próprio oxigênio. Que sem outros elementos e modificações químicas, e metabolizações o ser enfraquece e o oxigênio passa a ser um veneno para o funcionamento vital do ser.



Uma das funções primordiais da vitalidade é a produção de hormônios.



Para garantir a existência do ser o divino deu condições para que houvesse a reprodução e do desenvolvimento das funções vitais e modificações químicas.



A MENTE COMO RESULTADO DE UM RECONHECIMENTO FUNCIONAL DOS NEURÔNIOS.



A mente, os sentidos são reconhecimento pelo próprio ser do que está acontecendo dentro do mesmo. Para isto foi desenvolvido funções e reconhecimento na forma de registro do que os neurônios estão processando num ritmo, produção de energia e modificação química.





Conforme, o ritmo de funcionamento dos neurônios, juntamente com a intensidade de produção de energia e modificação química temos um tipo de pensamento, lembrança, emoção, funcionamento psíquico ou distúrbio neurótico.



Por isto que algumas drogas tem função sobre os neurônios num tratamento psicótico.



E a mente é um reconhecimento vital do tipo e característica do funcionamento dos neurônios.



É como quando sentimos a batida do coração, ou a circulação sanguínea. Só que no caso dos neurônios na produção da mente, a vitalidade levou milênios no desenvolvimento de todo sistema e de seu reconhecimento.



Enquanto desenvolvia o sistema de modificação química, produção de energia, processos físicos e químicos, ritmos dos fluxos de batidas e intensidades da produção de energia. Também produzia um sistema de reconhecimento pelo próprio neurônio de todo seu funcionamento, transformando tudo isto numa engrenagem mental, psíquica, inconsciente, de pensamento, de memória, emoções, e outros.





Ou seja, a mente é o reconhecimento pelos neurônios das variações do seu funcionamento.



CONFIRMAMOS NESTE PONTO QUE TUDO QUE ACONTECE, NÃO ACONTECE AO ACASO E TEM UM PODER, UM REGENTE POR TRÁS DISTO TUDO. QUE É O DIVINO. Pois a matéria sozinha não teria uma inteligência para construir um sistema funcional, metabólico e reprodutivo para manter e desenvolver a vida e sua reprodução.



Muito menos de produzir um sistema de reconhecimento funcional do que está acontecendo dentro de si.



Ou seja, estamos diante de um propósito superior à matéria, à vida e à mente. E este propósito é do divino.





Estamos diante de uma teoria da vida, da produção da mente.



E uma teoria do conhecimento. O conhecimento que se faz de si mesmo na forma vital de reconhecimento do funcionamento e produção de energia dos neurônios.















O UNIVERSO É UMA CONSTANTE E INFINTA PRODUÇÃO DE PARTÍCULAS E MATÉRIA PELA AGLUTINAÇÃO DE ESPAÇO DENSO. E UMA CONSTANTE E INFINTA DESINTEGRAÇÃO DE MATÉRIA E ENERGIA.



Logo, o universo não tem sua origem num só momento, como numa flutuação quântica ou de um big bang.



Como também a energia não se conserva. Ela é produzida pelo espaço denso, enquanto em outros pontos ela se desintegra. Logo, não existe a mesma energia do universo para sempre. Umas são produzidas enquanto outras se desintegram.



“No Universo Tudo É Produzido, Vive, Se Transforma E Se Desintegra”



Ancelmo Luiz graceli.





O universo está em um afastamento infimo, isto pode se comparado com experiência entre a terra e o sol. A terra se encontra num afastamento de menos de um metro por ano, em relação ao sol.



“ver teoria do universo fluxonário estruturante”.



SOBRE A DIMINUIÇÃO DO AFASTAMENTO DO UNIVERSO.



O que é observado e que nesta observação é constatado uma diminuição em relação a uma suposta expansão, é a rotação e translação do universo. Pois a sua energia diminui, quando produz uma diminuição da dinâmica do cosmo.



Esta parte do universo tenderá a quase um repouso com o passar dos tempos e pela desintegração de energia.



Enquanto em outras partes o universo em fase estruturante imprime grandes dinâmicas e afastamentos pequeno.





Os universos são livres. Sem limites, não são curvos e nem chatos, são abertos e não são fechados.





OS UNIVERSOS PODEM SER. Fases.



Só de espaço denso – fase de gestação. Sem formato.



Espaço denso, partículas e gases – infância. Sem formato definido.



Gases e estrelas – jovem – sem formato e as estrelas se direcionando para um formato de discos. Pelos campos magnéticos que elas mesmas produzem.



Estrelas e planetas e satélites – meia idade – formato chato pelo efeito magnético na origem dos secundários. As estrelas produzem os planetas, e os planetas os satélites.



Estrelas, planetas e satélites – fase já envelhecida – de formato chato inicia a fase das irregularidades, e as inclinações aumentam produzindo um sentido para um formato redondo.



O espaço denso produz as partículas, que produz os gases, e estes as estrelas, e estes a energia e o magnetismo e a radiação. Que produzem os planetas e estes os satélites.





GÊNESE GRACELIANA.



O espaço denso produz a matéria, por isto que todos os átomos encontrados possuem as mesmas características.



Assim temos a unidade da matéria. Pois todas as partículas possuem características idênticas, variando o grau de intensidade de interações em que ela foi encontrada.





Assim, temos um universo infinito no tempo de origem, e infinito no espaço, pois enquanto um se estrutura e inicia em um ponto, outro já se encontra em desintegração.



Ou seja, os universos possuem fases e intensidade de produção e de desintegração.





A UNIDADE TOTAL E A HARMONIA CÓSMICA, E O DIVINO REGENDO O COSMO E A ESTRUTURA FUNCIONAL DA VIDA E DA MENTE.



O cosmo produz as partículas, as interações de energia pela compressão são produzidas a energia, a temperatura, os campos, os saltos quânticos, o estado excitado das partículas, spin, as dinâmicas, a evolução e mudanças químicas. E outros fenômenos.



Temos aí uma teoria de que o macro produz o micro [ o espaço denso produz as partículas], e o macro e micro desenvolvem a vida e fenômenos do universo nas suas formas micros e macros.



Assim, nesta interação de origem, produção e desintegração temos uma unificação entre o macro e o micro, e as mudanças e evolução química.



Onde se tem uma só unidade entre a física, a astronomia, cosmologia e a química. Incluindo a biologia e fenômenos sensoriais.



É bom ressaltar que toda esta unidade tem uma origem pelo poder divino. Pois só o espaço denso ou a matéria, ou a produção de energia não poderia ser possível de construir uma harmonia cósmica como encontramos. Onde um planeta se produz vagarosamente enquanto se afasta no mesmo ritmo, para dar lugar a outro que já está em formação.



E a produção da vida. O universo sozinho não seria capaz de projetar e desenvolver uma estrutura funcional tão completa e complexa quanto a vida.



Temos mais uma forma de ver uma teoria do conhecimento.



Que é a vida como produção divina da harmonia cósmica e produção da funcionalidade da complexidade da vida.



Pois, na vida, se têm canais, proteínas, células, ribossomos, órgãos, hormônios, genes, sistema de reprodução, etc.



A vida por si só e como puro ser é um sistema inteligente e que produz o seu próprio conhecimento sobre si mesmo e como funciona e como pode se modificar. Nisto tudo vemos que o espaço denso ou a matéria não seria capaz de tamanha engenharia funcional numa perfeita realização.





OS CINCOS PODER-FENÔMENO ESSÊNCIAS E FUNDAMENTAIS DO COSMO.

E SEUS ELEMENTOS PRIMORDIAIS E CAUSAS FUNDAMENTAIS.



1- Os fenômenos físicos, químicos, cósmicos e biológicos possuem um só elemento primordial que é o espaço denso, que produz a matéria por aglutinação. E uma só causa que é o fenômeno de interações de energia.



2- A vida possui um elemento primordial estruturador do corpo que é o espaço denso, e três causas fundamentais – o poder divino, o poder vital e as interações de energia que produz a energia do corpo.



3- A mente possui o fenômeno de interações de energia como elemento primordial que produz a percepção pelos neurônios, e tem três causas fundamentais. O poder divino, o poder vital e sensibilidade e potencialidade de percepção vital.



4- O espírito não tem um elemento primordial e tem uma causa de origem. Nasce com a gestação, se desenvolve durante a vida, e prolonga sua existência após a morte vital.

Causa primordial – o poder divino e vital.

Não tem densidade, mas pode ser visto e sentido.



5- O divino não tem densidade, forma e dimensão. É intranscendente em si. É o absoluto puro ser.



O tempo não existe como ser em si. E o espaço é uma faculdade da natureza das coisas.





TRIALIDADE FUNDAMENTAIS DO COSMO.



De poder. - O poder divino é o iniciador e regedor dos fenômenos.



De estrutura, densidade e dimensão. - O espaço denso é a essência primordial que produz a matéria e dá forma e estrutura aos fenômenos.



De causa primordial. - As interações de energia são as causas de origem primordial e fundamental dos fenômenos.



Ou seja, o cosmo não tem uma unidade como origem, estrutura e causa, mas uma trialidade.





Teoria graceliana de química. Sistema atômico.

Sistema atômico fluxonário estruturante – graceliano.

Primeira teoria da origem da matéria.

Quarta teoria de unificação graceliana. Entre a química, física, cosmologia, astrofísica, energia e matéria.



TEORIA DE ASTROQUÍMICA.



UNIFICAÇÃO ENTRE A FÍSICA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA, PARTÍCULAS, PRODUÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS E FENÔMENOS ASTROFÍSICOS, ASTROQUÍMICOS E COSMOFÍSICOS E COSMOQUÍMICOS.



Matéria é a densificação de energeticuns – sistema de produção de energia que produz o sistema atômico.



ENERGETICUM – MILHARES DE PACOTES DE FILAMENTOS DE ENERGIA QUE PRODUZ UM FÓTON. SISTEMA ATÔMICO E A LUMINOSIDADE DAS ESTRELAS.





É o que liga o núcleo do átomo a suas camadas. O que parece ser um vazio é na verdade o energeticum interagindo e fazendo com que possa haver uma ligação entre núcleo, prótons e elétrons.



Quando o fóton pula de uma camada externa para uma interna é que as interações do energeticum estão no seu máximo, no seu ápice de produção de energia. E este salto ocorre no meio entre as camadas constituídas de energeticum.



Dentro do fóton também ocorre uma intensa atividade de produção de energia pelo energeticum. Com fluxos e saltos numa vibração constante.



O ENERGETICUM É FORMADO POR ÍNFIMOS E INFINITOS QUANTUNS DE ENERGIA [h] DE PLANCK.



O energeticum não tem formato esférico, mas de filamentos, e que se aproximo do vazio, mas não é um vazio.



O fóton é como um novelo de linha, onde as fibras do algodão se entrelaçam formam filamentos, e estes filamentos formam o novelo que é um fóton ou h ação de quanta de energia, ou novelo de energeticum em intensa atividade física.



O salto do elétron de uma camada externa para uma interna não ocorre no vazio, mas sim no meio de energeticum.



E entre o elétron e o núcleo não há um vazio, mas é um meio de ínfimos e infinitos energeticuns livres entre núcleo e elétron e que formam a estrutura do átomo.



O mesmo acontece com o mundo fora do átomo, no espaço o que temos a noção de vazio na verdade estamos inseridos num universo de energeticuns.



Os campos também se processam neste energeticum, e na sua essência são estruturas de energeticuns. Pois não vemos os campos, mas vemos a sua ação.



O que está acontecendo na verdade é uma interação, trocas e saltos de energeticuns entre sistemas atividade pelas suas cargas positivas e negativas e interação de energia.



Entre astros e galáxias esta interação de energeticuns recebe o nome de gravidade.



Entre o mesmo astro e sua atmosfera recebe o nome de magnetismo dos pólos para o equador. Onde carreiam tudo da atmosfera e dos oceanos para o equador.





Em escala menor e de raios de eletricidade.



Depois de campos nuclear forte e fraco.



Campo de fóton,



Campo de espaço denso.



Os campos são formados por energeticuns.



E também o espaço que nos circunda.



Os energeticuns é o espaço denso mais comprimido e na forma de energia.



Quando aumentamos a pressão ou a energia dentro de um recipiente os gases aumentam a sua velocidade por causa de que a energia total também é aumentada, não apenas dentro das partículas dos gases, mas também no sistema dentro do recipiente e externo a estrutura das partículas dos gases.



O mesmo acontece com a dilatação. Pois, não é só os elétrons que aceleram a sua dinâmica, mas também o meio formado por energeticuns em que os elétrons estão inseridos.



Ou seja, se entre o próton e os elétrons há uma lacuna de como o próton é do tamanho de um bola e os elétrons estão distantes e formam um circulo como se fossem o estádio, logo entre esta lacuna temos os energeticuns, e o material que forma os prótons, nêutrons, elétrons é os energeticuns.



Este mesmo material forma as partículas e os campos, pois na concepção os campos não são um vazio, mas uma troca e uma interação de energia entre dois ou mais sistema constituídos de energeticuns.



Os fótons de luz são também constituídos de energeticuns, e se propaga num sistema espacial de energeticuns.



Assim, o vazio não é o vazio, pois é cheio de energia se propagando no espaço. E o próprio espaço é este cheio de energia na estrutura e funcionalidade de energeticuns.





AS CARGAS POSITIVA E NEGATIVA DOS ENERGETICUNS E DAS PARTÍCULAS.



Os energeticuns não têm cargas positivas e negativas, e elas se aglutinam pela ação da compressão de pacotes do próprio energeticum.



Os energeticuns formam as partículas. E todas as partículas possuem tanto a carga positiva quanto a negativa. Ou seja, o elétron tem carga positiva e negativa, o mesmo acontece com o próton, e o núcleo possui também a carga positiva e negativa. Pois eles são formados dos energeticuns que no inicio não tem cargas, mas depois com a aglutinação de infinitos e ínfimos energeticuns o aglomerado na forma de partícula passa a ter ação de atração ou repulsão.

Tanto o elétron, o próton, núcleo e fóton são formados pelo mesmo componente, que é energeticum, pois o energeticum não tem cargas, são compressões de espaço denso.





O ÁTOMO NÃO É UMA PARTÍCULA, MAS UM SISTEMA DE INTERAÇÕES DE ENERGIA.



O que acontece que as partículas mais externas que forma o átomo, que recebe o nome de elétrons produzem fótons que salta de sua órbita para o centro, ou seja, para os prótons, porem os prótons também liberam pacotes de energia constantemente para os elétrons, só que em pacotes menores em mais quantidade e ínfimos, quase imperceptíveis.



Se não houvesse esta interação e troca de energia e de energeticuns os elétrons logo ficariam sem energia e se desintegrariam até desaparecerem. Assim, o elétron libera pacotes de fótons e recebe constantemente energeticuns.



Logo, o sistema que parece ser de cargas com funções definidas por positivas e negativas, depende da posição em que se encontra. Se estiver na periferia liberará pacotes e receberá ínfimas e infinitas quantidades de energeticuns.



O mesmo acontece com o sistema gravitacional sobre a terra. A terra atrai as nuvens de água e corpos grandes, enquanto que impulsiona radiação, calor, gases e vapor de água para a atmosfera. E também carreia estes gases e partículas para o equador.



Grosso modo o próton é como a terra, e os elétrons são como a atmosfera. Que reagrupam os materiais impulsionados pelos prótons, aglutina-os e aumenta a sua estrutura e o seu corpo, e volta a expeli-los no espaço como forma de fótons de energia.



Do contrário não haveria mais elétrons, só haveria prótons. Estes processos de interações mantêm a existência das partículas



Dentro de um átomo ocorre uma intensa produção e interação de energia dos elétrons aos prótons, dos prótons aos elétrons, e também dentro das partículas [próton e elétron] e entre o espaço que existe entre prótons e elétrons.



E que também esta energia são carreadas dos pólos para o equador do átomo num efeito magnético.



ASSIM, O ÁTOMO NÃO É SÓ UMA PARTÍCULA, MAS UM SISTEMA DE PRODUÇÃO, INTERAÇÕES, PROCESSOS, TROCAS E VARIAÇÕES DE ENERGIA E DE ENERGETICUNS. QUE MUDAM A SUA INTENSIDADE DE ENERGIA CONFORME A QUANTIDADE E A INTENSIDADE DE PRESSÃO INTERNA PRODUZIDA PELA AGLUTINAÇÃO.



O próprio fóton pode ser mais intenso ou menos intenso, maior ou menor. Esta energia é uma produção interna do átomo. Porem pode receber radiação e fótons de fora aumentado a sua capacidade de produzir interação de energeticuns.



Assim, o sistema externo [elétrons] libera pacotes maiores e com menos intensidade, enquanto o sistema interno [prótons] libera pacotes menores e com mais intensidade.



COM ISTO SE CONFIRMA QUE O ÁTOMO É UM SISTEMA DE INTERAÇÕES DE ENERGIA E NÃO É UMA partícula maciça como uma só coisa. E o que temos a noção de cargas na verdade são funções externas para internas e internas para externas.



Por isto que os fótons podem saltar das órbitas dos elétrons para qualquer lugar, com qualquer direção e intensidade e a qualquer momento. Pois este salto na verdade é uma liberação de energeticuns na forma de pacotes de radiação fotônica. Que também isto ocorre constantemente em escala menores na forma de pacotes de energia e de temperatura.





SOBRE A FORMAÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS E EVOLUÇÃO DAS ESTRELAS.



Os elementos químicos não se formam em reações prótons – prótons, mas em interações intra-atômicas, ou seja, interações de energeticuns que envolvem prótons e elétrons, camada de energia constituída de energeticuns entre prótons e elétrons, e interações de energeticuns que ocorrem dentro dos prótons e elétrons.



Estas interações são aceleradas por acréscimos térmicos em que o átomo se encontra.



Por este caminho não temos uma grande barreira que é a barreira de Coulomb. Em que partículas de mesma carga se repelem, no caso próton repele próton. E as reações de fusões próton – próton é impossível de se realizar. Pois não depende de sorte o que é impossível.



Assim, os núcleos de hidrogênio pesado são fundidos por interações de energeticuns, onde a energia produzida é uma troca constante e infinita entre elétrons, prótons, núcleos, fótons, e camadas intermediarias.



Os prótons são construídos um a um dentro do átomo por interações de energeticuns. O átomo que não é uma partícula, mas é um sistema de produção de energia, recebe energeticuns de fora do átomo, que passa por transformações, interações e estágios de produção de energia.



Ao receber energeticuns constantemente, estes energeticuns ficam na parte periférica do átomo na função de elétrons – com carga negativa.



Com as intensas temperaturas do centro dos astros, as interações continuam numa grande intensidade, onde são produzidas dentro de cada átomo campos, radiações, degenerações beta, partículas menores, enquanto os prótons vão aumentando a sua função de receber este material e passa a ser fundido novos prótons em torno do primeiro.



Se o átomo não recebesse material e energia de fora ele pararia a sua produção de prótons, e novos elementos não seriam produzidos. Assim o átomo não é uma partícula, mas um sistema aberto e que recebe outras formas de energia de fora dele.



Esta energia, na forma de energeticuns vai entrar na parte periférica, onde vai sofrer aglutinações e vir a ser elétrons, depois estes elétrons vão interagir com o núcleo do átomo, e estas interações vão produzir prótons e novos prótons.



Quando vai possibilitar que novos elementos químicos sejam fundidos. Pois o próton ao interagir com todo sistema do átomo vai puxar para si parte dos energeticuns das camadas intermediaria. Porem este material não se acoplar aos prótons já prontos, pois o seu campo mantém um distanciamento e isolamento.



Assim, possibilitando que próximo dele se forme e se esferifique uma nova partícula, e novas partículas. Por isto que os átomos não possuem um imenso núcleo, ou imenso próton, mas vários.



O que possibilita que os elementos químicos se estruturem.



De energeticuns em hidrogênio a Helio, e prossegue na escala periódica.







ASSIM, OS ELEMENTOS QUÍMICOS SÃO RESULTADO DE UM PROCESSO DE INTERAÇÕES DE ENERGETICUNS, QUE PRODUZ O ÁTOMO.



1-O átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia.



2-O átomo recebe constantemente energia e energeticuns de fora para produzir novos prótons.



3-O próton se forma a partir da energia e energeticuns de fora.



4-Que primeiro passa pela fase de elétrons.



5-Depois de energia livre na camada intermediaria, até ser novo próton.



6-O próton que recebe toda esta energia, parte é transformada em novo próton ao seu lado, e que se esferifica ínfima e lentamente.



7-Logo, os elementos são um consequencia de um processo natural do próprio átomo, e não de fusão próton – próton.



8-Mas sim, de interações em todo átomo e o meio externo ao átomo.



Do contrário não teríamos átomos com mais de duzentos prótons, que é o caso do urânio, chumbo, tório e outros.

Ou seja, uma fusão próton – próton não produziria novos prótons do nada ou de prótons já produzidos. Assim só pode ter um caminho, o átomo é um sistema aberto, que atrai energeticuns e radiação de fora, que passa a processa-los e transforma-los em elétrons, depois passa para a camada intermediaria entre elétrons e núcleo. O processo continua e parte deste material que já foi elétrons, energeticuns livres entre a camada passa a ser esferificar e a se transformar em novas partículas próximas ao núcleo.



Com isto surgem os elementos químicos, pois o elemento químico é representado pelo número de prótons que cada átomo possui.



E assim, o próton se multiplica por que o átomo é um sistema aberto e o material recebido de fora vai fazer parte do sistema até se transformar em esfera próxima do núcleo.



CONTESTAÇÃO DA FUSÃO PRÓTON – PRÓTON.



Pois uma fusão próton – próton não construíria um átomo com mais de duzentos prótons do nada. Pois uma partícula precisa de mais materiais para aumentar a sua quantidade e numero atômico.



Isto prova que o átomo não é uma partícula sólida, mas sim é um sistema aberto e recebe constantemente energeticuns de fora que vai se agrupar dentro do sistema, e vai passar pela fase de elétrons e por fim de próton.



Por isto que o hidrogênio consegue chegar e um estágio de urânio, tório, chumbo, e outros.



Pois, só assim, com entradas e varias transformações o sistema consegue produzir tantos elementos químicos.





Assim, no sistema de interações intra-atômico não se usa carga positiva e negativa, e que o átomo, prótons, elétrons não são partículas, mas sim um sistema de produção de energia, constituído por energeticuns. O átomo é um sistema constituído de outros sistemas.





Por isto que os elementos químicos são produzidos e uns se transformam em outros, e por isto que as estrelas brilham e o Sol continua a brilhar e a produzir calor com tanta intensidade.



Os elementos químicos não poderiam se formar de uma reação só próton – próton, pois os elementos são constituídos de energia, elétrons, núcleo, prótons, temperatura, fótons, radiação. Ou seja, o átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia em que muitos fenômenos estão se processando.











EFEITO PULSANTICO.



LIMITE DE CONTRAÇÃO E EXPANSÃO PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA E TEMPERATURA.



O átomo que não é uma partícula, mas sim um sistema, ele ao realizar os seus processos e produção de energia segue um fenômeno de contração até um limite, aumentando a temperatura total, com a temperatura aumentada pela contração interna, ele passa a ser expandir internamente.



Assim, segue em dois extremos um de dilatação com perca de energia, perca de temperatura e diminuição de processos de produção de energia.



E outro de contração com aumento de produção de energia, aumento de temperatura e diminuição do diâmetro do sistema atômico.



Isto também acontece com os fótons, e os astros e as galáxias.





É O QUE DETERMINA A LUMINOSIDADE DAS ESTRELAS



O que determina a luminosidade das estrelas, sua grande produção de energia e temperatura é a produção de energia pelo sistema atômico, este sistema de produção de energia que envolve o átomo e o meio externo a ele é que garante que uma estrela fique tanto tempo produzindo energia, luminosidade, temperatura, e novos elementos químicos.



Como já foi visto neste artigo, não é uma fusão isolada [próton – próton] dentro do próprio átomo.



Mas um todo, que envolve a produção de energia interna do sistema atômico, a estrutura do sistema atômico [[contração e dilatação] efeito sanfona], e meio externo ao sistema atômico [ação de temperaturas, campos e compressão externa] sobre o sistema atômico.



Isto garante que elementos químicos possam produzir mais de duzentos prótons num único sistema atômico. Pois do contrário como um único átomo de um único próton poderia chegar a ter tantos prótons, se não fosse por um processo lento e construtivo.



1-Por este caminho se prova a abundância dos elementos químicos, pois os com mais prótons são os que menos se encontra na natureza.



2-E por este caminho a barreira de Coulomb é respeita.



3-Alem de fundamentar que seria impossível pela fusão próton – próton surgir do nada mais de duzentos prótons num único átomo.







HARMONIA E SISTEMA REGULADOR.



Assim, uma estrela não é uma bomba, mas um sistema de produção de energia, onde produz elementos químicos nesta produção de energia por aglutinação onde se forma e se esferifica novos prótons do lado de outros já produzidos.



E este sistema de produção de energia faz com que tanto a estrela pulse quanto o sistema atômico. Dilatando e contraindo-se. Enquanto acelera na contração e desacelera na dilatação das interações e a intensidade de produção de energia.



Com isto faz com que as estrelas e o próprio sistema atômico produz em torno dele uma camada de energia, de radiação, de temperatura, de luz e de campos.



Por isto que o Sol não terminou todo o seu material energético e recebemos até hoje luz, calor, campos e outros fenômenos vindo do Sol.



Assim, a natureza possui um processo auto regulador constituído pela produção de energia e dilatação seguida de desaceleração de intensidade de energia.



Com isto os prótons não se fundem, mas o sistema produz novos prótons próximos daqueles já produzidos. Assim sistema auto regulador, sistema atômico, energeticuns mantêm uma harmonia física e química no cosmo, possibilitando o desenvolvimento e o surgimento de novos elementos químicos.





ESTE PROCESSO OCORRE EM TODA A ESTRELA, E NÃO APENAS EM SEU NÚCLEO E A LUMINOSIDADE É UMA CONSEQUÊNCIA DE TODOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA QUE OCORRE DO NÚCLEO Á ATMOSFERA DA ESTRELA.



Este processo ocorre também nos secundários – planetas, satélites, asteróides, cometas e outros. Por isto que no planeta terra há regiões com maior quantidade elementos químicos, como ferro, estanho, urânio, e outros.



Logo, um próton não estoura para dar origem a outro próton. Mas sim, novos prótons são processados pela produção de energia e se juntam aos que já existem.



Assim, a origem dos elementos químicos e a luminosidade das estrelas, campos, temperatura, partículas, radiação são produtos de produção de energia e são em si produções de energia na forma de energeticuns.



Os campos também são produções de energia na forma e natureza de energeticuns.



Ou seja, os campos não são um vazio, mas uma interação entre sistema de energia no espaço e dentro da matéria.



Na verdade os elementos químicos não evoluem, mas sim, se transformam de mais leves em mais pesados através de processos de produção de energia.





DO DESENVOLVIMENTO DOS ASTROS AOS ELEMENTOS QUÍMICOS.



1- O sol não é uma bomba, mas um sistema de produção de energia. Que ocorre em todo astro e não apenas em seu núcleo. Como também na sua atmosfera e gás circundante. E plasma de radiação que o envolve.



2- Os elementos não são produzidos no núcleo dos astros.



3- E que todos os astros produzem os elementos químicos. E não só o sol.



4- Os elementos são uma produção dos processos de energia, ou seja, a energia do astro produz e acelera os processos dentro da matéria, que é o sistema atômico.



5- E não o sistema atômico de produção de energia vai produzir o plasma das estrelas.



6- Assim, o sistema de produção de energia do astro produz o plasma, radiação, gases circundantes, atmosfera, e funde os elementos químicos dentro do sistema atômico.





7- Assim, o processo de compressão produz e acelera a produção do plasma, que acelera os processos de produção de energia e radiação de todo sistema. Acelerando a produção do sistema atômico, acelerando por sua vez a produção de prótons dentro do sistema atômico.

Quando os elementos químicos se estruturam por acréscimo de prótons.



8-Assim, não acontece o contrário de que o sistema de produção próton – próton vai ser o produtor dos fenômenos dos astros. Mas sim, o sistema de plasma de altas temperaturas vai produzir todos os fenômenos inclusive a produção de próton dentro do sistema atômico, como já foi esboçado acima.



9- O sistema de produção de energia dentro do astro produz uma pressão interna que impede que as estrelas explodem. Pois as mesmas já vinham sendo produzidas por pressão do espaço denso e pressão de gases circundantes, atmosfera e o plasma interno e externo.







TEORIA DO UNIVERSO ESTRUTURANTE POR MAGNETISMO, E DESINTEGRANTE POR FUSÃO NUCLEAR NATURAL NO CENTRO DOS ASTROS, ALTAS TEMPERATURAS E RADIAÇÃO.



O material da desintegração que foi expelido no espaço na forma de radiação e partículas volta a se reintegrar formando atmosfera, que pelo magnetismo é puxado em direção ao equador, aonde vai se estruturar na forma de anéis, depois discos em volta do primário na forma de esferas minúsculas, estas esferas vão formar um só disco que é o secundário, no caso um planeta produzido pelo Sol, ou satélites, cometas e asteróides produzidos por planetas.









Teoria do universo de transformação, transição e renovação.



O universo são processos de transformação, transição e renovação.











Vênus e mercúrio deixam um rastro de gases e radiação para traz. Por três motivos.

- Pela grande velocidade de translação.

- Por que a grande radiação liberada por causa da intensa produção de temperatura, faz com que não se forma uma atmosfera bem próxima dos planetas.

- E com a produção do magnetismo não distribuída uniformemente para o equador faz com que os anéis não cheguem a se formar.







Teoria da capa de gases e radiação.



Há astros no espaço todo coberto por gases e radiação, como se fosse uma capa. Isto ocorre por o astro possui pouca translação, pois no caso haveria um rastro, calda.



Pouca rotação e mínimo magnetismo, pois no caso este material de gases seriam carreados pêra o equador, e daria inicio a anéis, discos e mais tarde a esferas - pequenos meteoritos. E mais tarde satélites.



Urano possui uma atmosfera e anéis um pouco de lado do equador, e com grande inclinação. Possui também vulcões próximos a um dos pólos.







TEORIA DO UNIVERSO DE HARMONIA E PODER DIVINO.



A harmonia da produção de astros por primários, suas órbitas que se afastam lentamente para dar lugar a outros novos secundários e ter a possibilidade de produzir uma nova linhagem de terciários, que também se afastarão e darão possibilidade a quaternários – assim encontramos uma harmonia que vai contra o caos proposto por uma expansão infindável. Conclui-se que o universo em si é uma harmonia com direcionamento por de poderes superiores ao homem e a própria matéria.











Teoria de Universo Fluxonário e a não explosão.





1-Primeiro o que antecede uma grande explosão.

2-O material que se formou antes para explodir.

3-A energia e potencia para ativar esta explosão.



4-A densidade e a quantidade deste material – deveria ser imensa, pois a matéria não se reproduz, mas sim se processa, pois só com uma imensa quantidade de matéria seria possível produzir tantos astros e galáxias no espaço.



5-Não existe uma partícula como cimento para aglutinar a matéria para dar origem a novas partículas, átomos, e astros – o que existe são campos produzidos pelo próprio processamento físico da matéria.



6-A densidade deveria ser imensa para produzir tanta matéria, e sendo imensa num corpo tão pequeno deveria haver uma enorme fusão nuclear – o que rompe com princípios da termodinâmica.



7-Como já foi visto na TEORIA DO UNIVERSO FLUXONÁRIO, o cosmo é um processo constante e infinito na origem, no processamento e sem fim – ele inicia de fora para dentro numa contração até forma r a matéria, depois forma os astros e volta a expandir por radiação e energia numa fase de desintegração.



8-Ao diminuir a energia e a grande temperatura – volta a reintegrar-se formando novas partículas e novos astros – evoluindo a matéria. Isto pode ser confirmado no sistema solar, onde se tem o sol rodeado de planetas, estes por satélites, e este por uma ínfima atmosfera, onde alguns iniciam uma produção de anéis.



Ver na internet Teoria do Universo Fluxonário. Autor Ancelmo Luiz Graceli.









TEORIA DE ASTRONOMIA PELA ROTAÇÃO, ATRAVÉS DO PROCESSO DE PROCESSO DE ORIGEM.

Teoria de astronomia cosmológica.



Teoria de astronomia pelo processo de desintegração e reintegração – origem do astro-



Através do processo de desintegração e reintegração – formação do novo astro inicia a dinâmica e órbita.



1-Origem –

2-Processos físicos que ocorrem dentro e fora do astro – primário.



3-Produção de energia e produção de radiação.



4-Componentes da radiação.



5-Ação de afastamento provocada pela radiação e altas temperaturas.



6-Produção da rotação pela energia e radiação do próprio astro.



7-A rotação dará inicio a translação. Ou seja, a translação é uma conseqüência da rotação do primário, que ao dar inicio ao secundário ainda na forma de anéis a translação se iniciará.



8-A atmosfera acompanha a rotação do primário. Mesmo assim ela vai sendo carreada para o equador pela ação magnética do astro. Ao se forma anel o que era rotação na forma de atmosfera vai se transformando em translação quando já na forma de anéis. A radiação vai produzindo um afastamento enquanto os anéis vão se formando em discos de esferas menores. Que serão satélites, asteróides, cometas e meteoritos.



9-Ou seja, a energia e a radiação produzem a rotação que produz a translação.



11-E o processo de origem de desintegração e reintegração produzidas pela energia e radiação, produz a rotação, que produz a translação e órbitas dos astros.



12-Por isto que todo secundário muito próximo de seu primário desenvolve quase rotação nula.



13-Ao se distanciar, através da produção de sua energia o secundário começará a produzir a sua rotação. Que servirá para produzir a translação em um futuro anel, disco e esfera.



14- conforme a produção de energia o astro produzirá a sua rotação. E ao ficar mais velho ele diminuirá esta produção. Onde a rotação diminuirá. Ou seja, decresce com o tempo e intensidade que ele produz e gasta a energia. Logo, a rotação é variável decrescente.



Ver o cálculo da rotação pelo diâmetro.

Ver o cálculo de afastamento da terra. Menos de 1 metro por ano.

Ver cálculo de translação, excentricidade e inclinação pela velocidade equatorial.



Astronomia cosmológica.

A astronomia também é cosmológica por ser a dinâmica também originada da energia, processo de desintegração e reintegração que forma o cosmo.









TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA DA FISICIDADE.





O processo físico de fusões nuclear, altas temperaturas, radiação intensa e interna no núcleo do astro, radiação externa na produção de magnetismo em direção ao equador, reagrupamento de átomos e moléculas de elementos químicos leves na atmosfera, formando a atmosfera, depois anéis pelo magnetismo equatorial, depois esferas na direção do equador que vai formar uma só e imensa esfera – que já é o astro. TODOS ESTES AGENTES SÃO RESPONSAVEIS PELAS ORBITA E DINAMICA DOS ASTROS.







ASTRONOMIA DE FISICIDADE E FASES ESTRUTURANTES.



1- O processo de origem é um determinante da órbita e rotação do astro.

O astro já nasce em translação.



2- O processo de fases estruturantes. Com variações de energia.

A astronomia não é estática, mas sim dinâmica e variável conforme a produção e variação de energia do astro.



3-A produção de energia do primário.

A produção de energia do primário que vai determinar o seu magnetismo, rotação, radiação, ação de afastamento de anéis, discos e esferas.



4-A produção de radiação e atmosfera.



5-A produção de rotação do primário.



6-A produção do magnetismo do primário. Formando anéis e discos.



7-O afastamento de anéis, discos e esferas pela radiação.



8- A energia ao ser processada se desintegra diminuindo a produção de energia do próprio astro. Decrescendo a dinâmica e aumentando as irregularidades na astronomia.



Isto se confirma em todos astros pequenos e afastados de seus primários.



9- As grandes irregularidades e ínfima rotação dos secundários quando próximos de seus primários é que os astros ainda fazem parte do processo de rotação do primário.



Ao se formarem e se afastarem eles aumentarão a rotação até um limite, que depende da produção de energia que foi recebida do primário.



10- Com a desintegração de energia a rotação, translação e afastamento tenderá a decrescer progressivamente. Enquanto as irregularidades crescerão. Pois o que determina a estabilidade do astro é a produção de energia.

Ou seja, tudo o que o secundário vai passar nas suas fases, intensidades, variações e fluxos depende da energia do primário quando o produziu. Pois, o secundário recebe a ação inicial do primário.



E a sua produção de energia depende da quantidade e intensidade de energia recebida pelo primário. Que esta energia vai ser o determinante da radiação e rotação do secundário quando afastado do primário.



Que terá ação sobre a origem e dinâmica dos secundários.



E estes dos quaternários.







SOBRE A PRESSÃO DO ESPAÇO DENSO.



Quando se vê a pressão atmosférica se tem uma noção do que acontece com o espaço denso.



Com alguns mais densos, estes passam a pressionar outros, estes por sua vez aumentam a densidade, dando inicio uma maior consistência, aumentando a energia interna na forma de espaço denso. Com o processo se intensificando vai até se formar matéria.



Um exemplo de pressão atmosférica se vê quando jogamos fumaça no espaço, ela vai sempre se esferificar.



Por isto que os secundários todos são esféricos e nenhum é retangular ou triangular.



A partir de anéis e discos eles se esferificam quando são impulsionados para fora pela ação da radiação.



Por isto que os astros se afastam de seus primários.



Se considerarmos esta tese plutão é o primeiro secundário entre os nove planetas. Enquanto mercúrio é o ultimo a ser formado pelo sol.



Ou seja, os astros se afastam por impulsão da radiação, e não são atraídos pela gravitação.



A gravitação tem uma atração ínfima, mas só muito próximo do primário. Quando se afasta

A radiação passa a impulsionar. Por isto que os secundários mantem uma progressão de afastamento [ distanciamento] entre si.



Enquanto um se forma ou outros se afastam.



Esta progressão não se mantem entre marte e júpiter por 3.4 maior. Por que júpiter tem um diâmetro muito maior e gastou mais tempo para se formar enquanto se afastava do sol.



Esta diferença pelo diâmetro se confirma entre os satélites e cometas.



É bom ressaltar que a o afastamento é maior entre os mais próximos por ter mais energia e estar próximo da ação de impulsão do primário, enquanto os mais distantes já gastaram muita energia e se encontram distantes da ação de impulsão da radiação.



As teorias da gravitação e relatividade não conseguiram formular cálculos com novas formulas para afastamento, rotação, e inclinação de rotação.



E não deram uma causa em suas teorias sobre a origem dos astros.







FENÔMENOS QUE AS TEORIAS GRACELIANA CONSEGUE RESPONDER.







ENERGETICIDADE. FISICIDADE. AFASTAMENTO. ROTAÇÃO E ORIGEM.



Enquanto o primário se encontra em atividade física com processos nucleares, fusões e fissões produzindo intensa radiação, temperaturas, magnetismo, atmosferas, que passa a produzir a aurora boreal.



Este material é carreado pelo magnetismo para a proximidade do equador. Que vai se formar em anel de gases e poeiras. Estes gases e poeiras em forma de anéis vão se formar em discos de pelotas esféricas, que se aglutinarão pela ação da pressão do espaço denso e da atmosfera. Aonde vai se formar em uma, duas ou mais esfera.



Que serão impulsionadas para fora pela ação da radiação e altas temperaturas. Por isto que todos os secundários possuem uma proporcionalidade de distanciamento entre eles. Pois enquanto um se forma os outros se encontram em afastamento.



E esta progressão de afastamento depende do diâmetro do secundário.

Onde determina que ele levou ou mais ou menos tempo para ser construído.



Esta diferença é mais notada entre marte e júpiter. Pois júpiter por tem maior diâmetro

levou mais tempo na sua produção e afastamento. Enquanto júpiter ainda se encontrava em formação ele se afastava. Por isto que entre os dois secundários a progressão do afastamento é maior.



A origem da translação se deve também a origem do secundário.



Pois, o secundário já é produzido em um sistema em rotação e dinâmica, que é a rotação do primário.



Logo, depende da sua origem.



A rotação do primário dará inicio a translação secundário. Ou seja. Se a rotação do primário é produzida pela energia, radiação, fusões fissões nucleares, fisicidade interna. Logo, a rotação depende da produção de energia interna.















TEORIA DE ASTRONOMIA DA ESTRUTURAÇÃO, DESINTEGRAÇÃO E ROTAÇÃO.





O processo de desintegrar-se e reintegrar-se produzindo novos secundários, faz com que o secundários enquanto ainda na sua origem de estruturação acompanhe a rotação do primário. Ao afastar-se esta rotação vai se transformar em translação.



Mais adiante este secundário vai iniciar com a sua energia e radiação a sua rotação, e que ao produzir um próprio secundário. Este por sua vez vai produzir a sua própria rotação dando inicio a translação de um terciário









TEORIA DA ROTACIONALIDADE.



A rotação do primário que é produzida pela produção de sua energia interna produz a translação do secundário.









Teoria da proporcionalidade. Os fenômenos são produzidos e a reprodução de astros acontece conforme e é proporcionais a produção de energia, temperatura, e radiação.







Da progressividade. Os fenômenos variam – aumentam ou diminuem conforme o afastamento, envelhecimento, produção e a desintegração de energia.





Da producionalidade. O cosmo e os astros são uma constante produção de desintegração e reintegração. De ser e deixar de ser.



Da rotacionalidade. A rotação do primário juntamente com a radiação dá inicio criam a aceleração da translação.



Do magnetismo e radiação – o magnetismo tem a função de ajuntar e reintegrar partes menores, gases e partículas soltas próximas a atmosfera. Que vai carrear tudo dos pólos para o equador formando filamentos de atmosferas. Anéis de gases, discos em volta do equador do astro em forma de pequenos blocos. Até formar uma só esfera. Durante todo este processo e em cada fase está havendo um afastamento.





Da transitoriedade. A vida e existência dos astros são uma transição de estar em um estagio, se desintegrar e voltar a reintegrar-se.



Teoria de astronomia da desintegração e reintegração.

Se desintegração pela grande produção de energia e altas temperaturas, levando a liberação de energia e radiação. Reintegra-se por magnetismo formando astro menor e com menos energia.











Teoria da origem da rotação e da translação.



A rotação se forma pela energia radiação e magnetismo do astro.



O secundário ao se afastar sai da situação de rotação em torno do primário, e passa a transladar em torno do primário enquanto vai se afastando.



E a partir de um certo afastamento e conforme a produção de energia passa a produzir a sua própria rotação.



A translação com o afastamento do passa a ser produzida pelo próprio astro.









TEORIA DA HARMONIA. ORDEM E DESENVOLVIMENTO DO COSMO.





1-Confirma-se que o cosmo segue uma harmonia, ordem e desenvolvimento pré-arquitetado no fluxo cosmológico e fluxo de produção dos astros. [ver teoria do universo fluxonário estruturante graceliana – publicada na internet].



2-No ínfimo afastamento dos astros produzindo uma progressão de distância entre eles.



3-Na origem das órbitas pela energia, radiação e rotação dos primários. [ver na astronomia graceliana publicada na internet].



4-Na origem dos astros e da matéria pelo espaço denso.



5-No fluxo na produção dos elementos químicos, em que os leves produzem os pesados e os pesados produzem os leves, no sistema de produção dos átomos. [ver na teoria graceliana da origem e produção dos elementos químicos e energeticuns – publicada na internet].



6-Na engenharia e produção da vida e da mente. Pois só um grande arquiteto é capaz de produzir tamanha obra com tanta engrenagens e fenômenos. Onde uns levam a produzir os outros. [ver na teoria de biologia, psicologia e filosofia graceliana – publicada na internet].



7- na produção da racionalidade e reconhecimento de um ser e poder superior.













Teoria da estruturalidade.



Como se forma e se formou os astros – por discos e radiação, e quais as suas estruturas.



E as estruturas das órbitas, anéis, discos, esferas, achatamento, e outros.







Teoria da engenharia e harmonia cósmica.



A formação, integração e desintegração de astros.



A reintegração, carreamento em direção ao equador para forma novos astros, o afastamento, a variação da inclinação e da excentricidade. Tudo isto possibilitando que o astro tenha condições de produzir a vida. Confirma-se que o cosmo é parte de uma engenharia voltada para uma harmonia.







ASTRO-COSMOLOGIA.



Teoria da unidade entre cosmologia, origem, formato, variação, estruturação, mudanças e dinâmicas.



A teoria da astro-cosmologia não é só uma teoria da dinâmica e órbita dos astros, como é a teoria da gravitação e relatividade.



Ela engloba numa só explicação de causa e efeito, a origem do astro, formato, variações, estruturação, mudanças, desintegração e reintegração e a dinâmicas e a órbita.



Alem de incluir o afastamento e a astronomia de estruturação.



CONSIDERANDO QUE O SISTEMA ASTRONÔMICO E UM SISTEMA COSMOLOGIA ESTRUTURANTE DE FORMAÇÃO, DESINTEGRAÇÃO, REINTEGRAÇÃO QUE VOLTA A DESINTEGRAR-SE. NUM PROCESSO DE FLUXO CONSTANTE E INFINITO.



É UM SISTEMA DE UNIDADE ENTRE A ASTRONOMIA E A COSMOLOGIA que o mesmo fenômeno que produz a causa, o efeito, o formato, as variações dos astros, energia, radiação e desintegração, estruturação. Também produz toda dinâmica, órbitas e suas irregularidades, instabilidade e variação.







A origem do secundário e da translação.



O primário expele radiação e material no espaço em volta de si.



Em várias formas principalmente em partículas e gases que vão forma a atmosfera em volta do primário.



Este material vai carreado para o equador pela ação magnética do astro.



Este material que vai formar os anéis de gases em volta do equador.



Estes anéis vão se forma em discos de gases, partículas e pequenas esferas.

Estes discos são bem estreitos.



A ação da pressão da atmosfera e do espaço denso vai transformar estes discos em esfera.

Que pode ser uma só, quando são produzidos planetas, satélites e cometas.



Ou em várias quando são produzido asteróides e meteoritos.



Por que uns são grandes e outros pequenos e vários.



Para produzir um tipo esférico único e grande, ou vários e pequenos depende da intensidade da impulsão da radiação, da ação magnética na produção dos anéis e discos, e na intensidade da pressão atmosférica e do espaço denso.



O primário que já se encontra em rotação, vai produzir a sua atmosfera em rotação, conforme a rotação do astro que está produzindo a atmosfera.



Os anéis e discos vão acompanhar este movimento rotacional.



Que enquanto a atmosfera vai se transformando em anéis, discos, esferas e astros vão acompanhando este movimento rotacional e vai se afastando pela impulsão da radiação.



Este movimento que antes era de rotação, ao se afastar passa a ser de translação.



Temos aí o nascimento e a causa da translação.



Ou seja, o secundário é produzido em translação, e antes dele ser uma esfera ele já se encontra em translação.



Sobre a origem e causa da rotação se deve a energia e radiação do próprio astro.



Existe uma equivalência entre translação do secundário com a velocidade equatorial do primário.

Principalmente nos secundários mais próximos.











Décima terceira teoria de astronomia graceliana.





TEORIA DE ASTRONOMIA DA ROTACIONALIDADE, ALTERNANCIDADE E VARIÂNCIA.

Astronomia de rotação.

Astronomia graceliana.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.



Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.



Endereço – Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Colaborador. Márcio Piter Rangel.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais – Brasil.



Apresentado a Sociedade Brasileira de Física – SBFísica.



Brazilian Journal of Physics.



Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus. Pois é o único absoluto.





SOBRE A ORIGEM.



PRINCÍPIO DO FORMATO EM DISCO DO CONJUNTO DE ASTROS EM TORNO DE UM PRIMÁRIO.



O sistema de astros em torno de um primário forma um disco, por que os secundários se originam da radiação expelida no espaço em torno do primário.

Que vai formar a atmosfera, que vai se encaminhar para o equador através da ação magnética, onde se formarão anéis de gases. Continuando a ação magnética vai se formar discos de gases, discos de blocos esféricos e pequenos, onde vai continuar a ação até se formar um só bloco esférico, que no caso já é um secundário – planeta, satélite ou cometa.



E começarão a se afastar do primário. Sempre mantendo um afastamento longitudinal.



Por isto que o conjunto de astros se apresentam como se fossem na forma de disco.



Por isto que ocorre os eclipses e as estações do ano bem determinadas.



O achatamento presente em todos os astros é uma prova de que os mesmos se formam a partir de discos de matérias após a fase de anéis.





NÚCLEOS DENSOS E COM GRANDE ATIVIDADE DE FUSÕES NÚCLEAR E CAMADAS COM MENOS DENSIDADE EM TORNO.



Isto prova que os astros secundários se formam de seus primários, por um processo lento por aglutinação do material de radiação expelido pelo primário.









ALTERNANCIDADE E VARIÂNCIA.



ALTERNANCIDADE AÇÃO QUE AGE SOBRE OS FENÔMENOS.



Primeiro a ação do primário até se esferificar e iniciar um afastamento – anéis, discos, esfera bem próximas – translação que se aproxima da rotação do primário. Rotação mínima. Inclinação orbital e de rotação maior, grande excentricidade.



A um determinado afastamento o secundário começa a produzir a sua dinâmica e órbita.



Aumenta a rotação, diminui a translação, e diminui a irregularidade da órbita.









PRINCÍPIO DA FORMAÇÃO IRREGULAR DO ACHATAMENTO DO ASTRO.



Inclinação do equador.



Durante a formação do astro, e conforme o mesmo vai se estruturando irregularmente o mesmo pode a ser estruturado com alguma irregularidade, ficando o achatamento como se fosse uma concha, ou o astro com um formato menos esférico.



Esta irregularidade é ínfima, de milésimos de graus, que varia conforme o diâmetro e o achatamento do próprio astro.



Achatamento do astro / diâmetro em relação à terra / 10.



Júpiter - 0.062 / 12 /10= 0.00051

Saturno – 0.096 / 9,8/10= 0.00097

Urano - 0.06 / 4.0/10= 0.0015

Netuno - 0.02 / 3.8/10= 0.0005





ALTERNANCIDADE DA AÇÃO DA FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ASTRO SOBRE A DINÂMICA, ÓRBITA E OUTROS FENÔMENOS.



A dinâmica e órbita dos astros são produzidas por duas fases de ação;



A primeira - que acontece durante a formação, quando o astro se forma e passa pelas fases de atmosfera, anéis, disco de pequenas esferas, e uma só esfera até se afastar o suficiente do primário. Neste ponto o astro já inicia a sua própria ação sobe a dinâmica e órbita.



A segunda – onde vai haver a ação da formação e ação da energia do próprio astro.



E a terceira - onde o astro se afasta o suficiente e vai produzir com a sua própria energia a dinâmica e radiação.



Na primeira fase – da formação do astro - se tem a ação do magnetismo e da rotação do primário sobre o secundário – por isso que a translação é enorme e a rotação é quase nula, enquanto se tem uma órbita e inclinação de rotação com grande irregularidade.



Na segunda fase – a ação do magnetismo e rotação do primário diminui e inicia a ação da energia do próprio astro – que é a fase mediana, com as duas ações – ainda a do magnetismo e rotação do primário. Se tem na fase mediana uma grande e crescente rotação, enquanto a translação diminui progressivamente. Nesta fase a órbita e inclinação de rotação possuem pouca irregularidade.



Na terceira fase – o astro já está completamente livre da ação que passou durante a formação, e passa a produzir a sua dinâmica – rotação, translação e afastamento do primário – nesta fase a translação continua a diminuir porque a produção de energia também decresce, e a rotação é grande, porém entra em declínio acompanhando a translação, uma vez que o astro está desintegrando energia e diminuindo a produção de energia – enquanto a irregularidade da órbita e inclinação da rotação aumenta progressivamente.



Na primeira fase o afastamento do primário é grande porque a radiação do primário afasta o secundário.



Na segunda fase o afastamento decresce progressivamente.



Na terceira o afastamento diminui progressivamente.



Esta progressão mantém o sistema de astros, pois os astros próximos e anéis se afastam aceleradamente, enquanto os mais afastados o afastamento é retardado.



Primeira fase - Mercúrio se afasta a menos de 500 metros ao ano terrestre.

Segunda fase – a Terra se afasta a menos de 1 metro ao ano.

Terceira fase - Plutão se afasta a menos de 5 centímetros ao ano.





A primeira que é uma fase de formação se tem grandes irregularidades por ser uma fase instável, e que depende da energia e irregularidades em que já se encontra o primário, isto se confirma nos satélites dos planetas – por isto que na primeira fase – por ser instável - o astro possui grandes irregularidades na órbita e inclinação da rotação.



Na segunda fase – é a fase mais estável, pois ainda se conserva parte da ação do primário e começa a ação da energia do secundário, entretanto deve-se sempre levar em consideração a produção de energia do próprio astro, em que os com diâmetro maior terão menor irregularidades, são mais estáveis.



Na terceira fase – o astro não tem mais a ação do primário e a produção de energia decresce progressivamente, quando a rotação, translação e afastamento também decrescem proporcionalmente ao diâmetro do astro e a desintegração de energia do mesmo.



Nesta fase a instabilidade é progressiva a desintegração de energia do astro, entretanto sempre dependendo do diâmetro e tempo de processamento de energia do mesmo, que é representado com o afastamento. Ou seja, o diâmetro e o afastamento determinam a produção de energia que vai dar uma maior estabilidade ao astro. Porem nesta terceira fase os astros estão distantes e com pouca energia, por isso a instabilidade é crescente, e se tem órbitas e inclinações de rotação com grandes irregularidades. Isto se confirma nos satélites menores e mais distantes dos planetas mais afastados.











PRINCÍPIO DO ACOMPANHAMENTO ASTRONÔMICO.



Esta alternância de ação fundamenta o porquê o terciário acompanha no espaço o secundário, e o secundário o primário. Sempre formando um disco no espaço. Pois o secundário produz a sua órbita através do magnetismo e rotação do primário.



Calculo para excentricidade.



Diâmetro [energia] do primário + magnetismo + rotação do primário / diâmetro do secundário / afastamento = excentricidade.



Dp+ m + r + / ds / a = excentricidade.



Dp+m+r/ d / afast = excent.

Mercúrio 2 + 2+2 / 0.38 / 5.8. = excent.

Vênus 2+ 2 +2 / 0.97 / 11.8 = excent.

O diâmetro e o afastamento são em ralação a Terra.





ALTERNÂNCIA E VARIAÇÃO ASTRONÔMICA PELAS FASES EM QUE SE ENCONTRA O ASTRO.





Os fenômenos causadores se alternam e variam – decrescem com a produção e processamento de energia na ação sobre os fenômenos causados.



Os fenômenos causados variam conforme a fase em que se encontram – uns decrescem progressivamente que é o caso da translação e do afastamento.



Outro inicia de zero, aumenta e alcança um ápice e depois diminui progressivamente – que é o caso da rotação.



Outros iniciam grandes, depois decrescem e voltam a aumentar progressivamente – que é o caso das irregularidades das órbitas e inclinação da rotação.





As fases também são variáveis – com mais intensidade de uma ação ou com outra.



Ou seja, os fenômenos que regem os astros se alternam na ação e variam em intensidade. A variação também acontece com os fenômenos causados com os astros.





VARIAÇÃO DA ROTAÇÃO PELA ALTERNANCIDADE.



O que faz com que a rotação dos secundários seja ínfima no inicio é porque os secundários ainda fazem parte dos primários como anéis, discos ou esferas pequenas, e ao se formar ainda estão sob a ação do magnetismo e rotação do primário, ao se afastar se livram desta ação e passam a produzir a própria rotação com a produção de energia e radiação.



Ao se afastar aumenta progressivamente proporcional à produção de energia, representado pelo diâmetro e afastamento. Com a energia se processando a mesma entra em desintegração levando a diminuir a sua ação, quando a rotação começa e diminuir progressivamente.



Ou seja, ela começa ínfima, aumenta progressivamente e alcança um pico e depois decresce.



VARIAÇÃO DA IRREGULARIDADE DA ÓRBITA E INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO PELA ALTERNANCIDADE.



As irregularidades da órbita e inclinação da rotação começam grandes porque a rotação do primário sempre se encontra com irregularidade fazendo com que a órbita dos secundários iniciam com irregularidade. Conforme o tempo de vida, afastamento do primário e desintegração de energia a inclinação aumenta progressivamente.





VARIAÇÃO CRESCENTE DA INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO PELA ENERGIA DE ORIGEM E ENERGIA PRÓPRIA DO ASTRO.



Observação; a inclinação da rotação só aumenta. Se começar grande em um secundário vai continuar a crescer, porem a mesma varia conforme a energia, radiação e rotação do primário na sua origem e, depende da energia que está processando representada pelo diâmetro e afastamento do primário.



A rotação que começa ínfima.

Cresce até um pico.

Diminui com o decréscimo de energia.



A inclinação da translação e excentricidade da órbita inicia grande.

Diminui progressivamente até o pico da segunda fase, alcança um mínimo nesta fase.

E cresce progressivamente.



Isto se confirma em todos os planetas e novos planetas observados além de plutão, nos satélites, cometa e asteróides.





A CONFIRMAÇÃO DA AÇÃO DA ROTAÇÃO E VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO NA ACELERAÇÃO DA TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO SERÁ FEITA COM CÁLCULOS PARA TODOS OS SATÉLITES.





Leis.



1-O que faz os astros se movimentarem é a energia e a radiação.



2-A energia e radiação produzem a rotação. E que energia, rotação e radiação vai iniciar a translação do secundário.



3-A radiação e altas temperaturas impulsionam os secundários para fora, deixando o lugar para outros secundários se formarem, e este processo continua consecutivamente. Logo, os secundários mais distantes foram os primeiros a serem formados. Isto pode ser provado com a progressão das distancias entre os secundários. Logo, os astros não são atraídos, mas sim, impulsionados pela radiação e altas temperaturas.



4-O secundário antes de ser uma esfera já se encontra em translação.



5-Ao se afastar o secundário aumentará a sua rotação até um limite, proporcional a sua produção de energia, depois com o gasto e desintegração da energia a rotação entrará em declínio. Isto se confirma em que todos os secundários quando próximos de seus primários a rotação é ínfima, enquanto a translação se encontra no máximo.



6-Aqui temos o inicio de uma explicação de um enigma.



A rotação ínfima crescente até um limite, depois decresce conforme a energia vai se desintegrando.



Enquanto a translação só vai diminuindo.



7-Ou seja, a dinâmica e órbita dos astros são variáveis conforme a energia vai sendo processada. Por isto temos a astronomia processual estruturante [sétima teoria graceliana].



8- A estabilidade da órbita e rotação depende da energia e radiação do astro. Logo, também é variável.



9- o afastamento depende da energia e radiação do astro, por isto que numa progressão a distancia entre marte e júpiter em milhões de Km é 779/228=3.426. Pois se vê que júpiter é muito maior que marte, logo desenvolveu e desenvolve uma velocidade de afastamento maior. Enquanto entre os outros esta diferença é sempre menor do que dois [2].



10- O inicio da translação e afastamento ocorre no processo de origem e aglutinação do material da radiação expelido no espaço.

Que passa por atmosfera, anéis, discos, esferas. [ver teoria do universo fluxonário e autocosmo].





ESTABILIDADE E INSTABILIDADE DA ROTAÇÃO E ÓRBITA.



O secundário logo após ser produzido tem uma instabilidade maior na inclinação da rotação e da órbita, e uma excentricidade maior. Que dependerá da energia – diâmetro do produtor e do diâmetro maior ou menor do dele.



Ao se afastar do produtor ele diminuirá está instabilidade, que logo após será aumentada e crescerá conforme a energia – diâmetro do secundário.



Esta variação se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.



Confirmando a astronomia estruturante variável. E de que os astros se encontram em afastamento.



Confirmando também a astronomia de energeticidade, radiação, rotação, alternancidade, de origem, fisicidade e unidade.







PONTOS CONTUDENTES NA ASTRONOMIA GRACELIANA.



A translação inicia com a rotação do primário enquanto está sendo produzido.



Depois passa a produzir a sua própria translação com a sua energia e radiação.



Por isso que a translação é decrescente, pois decresce conforme decresce a produção de energia do astro.



Por isto que quando ele vai perdendo energia tanto a translação, a rotação e o afastamento diminuem progressivamente.



E tanto é prova que a excentricidade da órbita e as inclinações da órbita e da rotação aumentam com o decréscimo de energia.



Por isto que não existe inércia para os astros. Pois se existisse inércia a translação se manteria a mesma que iniciou quando foi originado. Pois ela decresce conforme decresce a energia do astro.



E eles são freados com a densidade do espaço, pois se eles não fossem freados a velocidade de translação não decresceria.



Manteria-se a mesma que iniciou na origem através da rotação e radiação do primário. E na realidade decresce com a diminuição de energia.



Isto prova que o espaço tem densidade e o astro o rompe com a dinâmica produzida com a sua energia. E conforme a energia vai diminuindo as irregularidades aumenta.







A crescente irregularidade tem haver com o decréscimo de energia e a densidade do espaço, pois do contrário eles se manteriam sempre na mesma direção e sentido de quando foram originados.







Um secundário com um grande diâmetro como júpiter e saturno, e numa fase mediana que já saíram fora da ação do primário, eles terão um grande afastamento do primário, uma grande rotação e translação [em decréscimo].



E uma órbita com pouca excentricidade e inclinação e pouca inclinação da rotação. Pois a grande produção de energia os estabilizam.





ASTRONOMIA ESTRUTURANTE PELA ENERGIA, RADIAÇÃO E ROTAÇÃO.



SOBRE A VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO DA ÓRBITA E DA EXCENTRICIDADE E AFASTAMENTO.



A inclinação da órbita aumenta conforme o afastamento progressivo do secundário.



Este aumento crescente se confirma nos planetas, satélites e cometas.



Porém, este aumento acontece quando o secundário se afasta um pouco do primário. Ou seja, ele ainda se encontra em formação orbital. Ou seja, a inclinação começa com um certo valor não muito grande, depois com o afastamento diminui, e volta a crescer infinitamente a proporção o secundário se afasta.



Esta variação é produzida pela energia do secundário que recebeu do primário. E torna-se decresce e passa a ser crescente infinitamente.



Esta variação decrescente e depois crescente também acontece no afastamento e na excentricidade.



Isto mostra que a dinâmica e órbita dos astros são estruturantes, ou seja, estão em desenvolvimento, e variam conforme as fases desta estruturação.



SOBRE A ESFERIFICAÇÃO E ANELIZAÇÃO.

PRESSÃO DA ATMOSFERA E DO ESPAÇO DENSO.



A formação de anéis e discos se deve ao magnetismo do primário. Que carrega os matérias expelidos no espaço pelo primário.



A esferificação se deve a pressão da atmosfera e do espaço denso sobre a matéria em volta do secundário. Que vai carreando as partículas e gases da atmosfera em volta de um centro. Que vai se formar a esfera.



Por isto que todos os secundários são esféricos, e quanto maiores são mais esféricos, pois levou mais tempo na formação e estruturação.



Isto pode ser confirmado com júpiter e saturno que são mais esféricos [com menos achatamento e irregularidade de formação].



Enquanto os menores são menos esféricos. Isto se confirma nos satélites de marte, nos cometas e asteróides. Confirmando que levaram menos tempo de formação enquanto se afastavam.





A TEORIA CONSEGUE RESPONDER NUMA SÓ TEORIA A ORIGEM, FORMAS, DIÂMETRO, VARIAÇÕES, DINÂMICA, E ÓRBITAS DOS ASTROS.



O afastamento progressivo e a rotação, inclinação e variações.



Por que os primeiros e os últimos são mais irregulares em suas órbitas e inclinações.



Por que os mais distantes quase andam de lado na eclíptica [inclinação de rotação].



TRANSLAÇÃO DE INCLINAÇÃO DE ÓRBITA.



E SENTIDO CONTRÁRIO DE VÊNUS AOS OUTROS PLANETAS. OS OUTROS COM SENTIDO ANTI-HORÁRIO.



E por que Vênus tem uma órbita que segue o sentido contrario do anti-horário. Uma vez que todos os outros seguem o sentido anti-horário.



Resposta. Vênus virou a sua órbita. Começou no sentido anti-horário. E foi mudando. Invertendo a inclinação da órbita. Até chegar no estágio e posição de três graus que se encontra hoje. E continua o processo.



A órbita de Vênus continua nesta translação de inclinação de órbita.



Todos os astros possuem esta translação de inclinação de órbita. Só que uns mais outros menos.



PODE-SE COMPARAR EM MERCÚRIO QUE ELE JÁ TEM sete GRAUS DE INCLINAÇÃO DE ÓRBITA.



OU SEJA, A ASTRONOMIA É ESTRUTURANTE. ESTÁ EM MUDANÇA.

EM AFASTAMENTO PROGRESSIVO. TRANSLAÇÃO LATERAL ou transversal.

VARIAÇÃO DE DINÂMICAS E ÓRBITAS. E INCLINAÇÕES.





Este é mais um enigma que as teorias graceliana consegue responder.



ASTRONOMIA ESTRUTURANTE – EM DESENVOLVIMENTO.



Rotação transversal. Urano e plutão têm uma rotação perpendicular a eclíptica. Por estarem mais afastados e se encontrarem na terceira fase dos astros.



Rotação transversal.



Translação transversal. Por isto do sentido invertido ao anti-horário de Vênus em relação aos outros planetas.



Afastamento progressivo. Os astros estão em afastamento progressivo.



Rotações, translações, afastamentos, órbitas variantes.



Excentricidade variante. Aumenta e diminui.



Prova se alguns milhões de anos a frente os astros mudarem os seus valores. É por que as teorias graceliana são verdadeiras.





PRINCÍPIO DA INVERSÃO.



Vênus cumpriu o princípio da inversão. Ou seja, mudou o sentido de sua órbita. Enquanto outros estão neste processo.



O astro vai se transladando translacionalmente, produzindo uma inclinação. Quando esta inclinação passa dos noventa graus, o astro volta no sentido contrario, e quando chega aos 180 graus ele está numa inversão de sentido em relação aos outros. Ou seja, enquanto todos se movimentam em sentido anti-horário, Vênus se move em sentido horário.



Ou seja, enquanto ele ia, com o passar do tempo ele está voltando.





TRANSLAÇÃO DISTORCIDA PELA ROTAÇÃO E ATIVIDADES TECTÔNICAS.



Vênus tem uma inclinação da rotação de 177 graus, que parece estar andando de cabeça para baixo, com o pólo norte para baixo e sul para cima.



Enquanto urano e plutão têm um eixo perpendicular a eclíptica, urano com 98, e plutão com 90 graus.



Ou seja, a rotação produz a translação, e produz uma translação de lado, e faz com que o astro tenha uma translação distorcida, sempre pendendo mais para um dos lados. Provavelmente porque Vênus, urano e plutão tenham um ponto de sua crosta com menos densidade, onde as furações e altas temperaturas expelissem nesta região mais radiação e material no espaço.



Esta impulsão mais em um ponto fez com que eles tivessem uma inclinação de rotação tão grande, e distorcendo a translação, produzindo a translação lateral em cada órbita desenvolvida pelo astro.



Por isto que Vênus tem uma inclinação de rotação de 177 graus e uma inclinação de órbita de três graus. Mas de sentido contrario dos outros.



Enquanto urano com 98 e plutão com 90 de inclinação de rotação são os dosi com maiores inclinações de órbita.



É observado que Vênus tem uma intensa atividade tectônica em um dos lados, mais próximo de um dos pólos.



Mercúrio já começa a ter uma intensa distorção, pois mesmo sendo o mais jovem, já tem 28 graus de inclinação axial. E 7,0 graus de inclinação de órbita.



Confirmando o exposto até aqui.



E júpiter por ter o maior diâmetro tem a menor inclinação de rotação com 3.1 graus, e e 1.3 graus de inclinação de órbita.



Enquanto nos outros astros a inclinação de rotação é crescente.

Terra 23.5.

Marte 25.2.

Saturno 26.7

Netuno 28.8



Confirmando o exposto até o momento pela teoria graceliana de AUMENTA PROGRESSIVAMENTE. DEPENDE DA ESTABILIDADE DO DIÂMETRO. DAS CONDIÇÕES FÍSICAS E DE CONDIÇÕES DE IMPULSÃO PELA RADIAÇÃO.



A estronomia estruturante sustenta que a órbita dos astros, dinâmica e inclinações estão em mudanças.



Variação da inclinação da órbita.



A inclinação varia em numa faixa de 3 por cento da inclinação que o astro desenvolve.



Se a inclinação do astro for maior, a variação também será maior. Na proporção de 3 por cento.



Isto pode ser comprovado com a entrada da luz do sol em suas casas, no verão inicia e vai mudando até o inverno e depois volta a retornar. Numa faixa limite.



Esta mesma variação ocorre também na inclinação da rotação e na excentricidade.





SAZONALIDADE.

O fluxo obedece a uma sazonalidade. Como exemplo se têm órbitas longas e irregulares, como a dos cometas de períodos longos, que durante de quatro a sete períodos há uma diferença crescente de um a dez minutos num período de setenta e quatro anos. Depois passa a ser decrescente na mesma proporção. Onde se mantém o ciclo. Esta sazonalidade acontece também nas órbitas, nas irregularidades da órbita e rotação. E em outros fenômenos.







INCLUIR A QUARTA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA – JÁ PUBLICADA NA INTERNET.















Décima quarta teoria de astronomia graceliana.



REVOLUÇÃO GRACELIANA.



SOLUCIONANDO OS ENIGMAS.





A teoria graceliana consegue responder numa mesma teoria.



1-A origem dos astros. Esferas.

Anéis, discos e atmosferas. Rotação e translação.



2-Formato e desenvolvimento de órbitas e rotação.



3-Por que os secundários mais afastados do sistema solar, em sua maioria são gasosos.



4-As irregularidades da órbita da lua.



5-Sentido contrário de Vênus. Por que Vênus tem uma translação contrária dos outros planetas, enquanto os outros transladam em sentido anti-horário, Vênus translada em sentido horário. E translada numa rotação de cabeça para baixo, numa inclinação de 177 graus.



6-Por que urano e plutão têm uma rotação perpendicular a eclíptica.



7-Incluir a rotação e sua inclinação numa mesma teoria.



8-Desenvolver a astronomia estruturante do afastamento progressivo.



9- por que os astros são esféricos e os asteróides e satélites de marte são de formato irregular.



10- por que os mais próximos e mais afastados possuem órbita e inclinação de rotação mais irregular.



11- por que a inclinação de rotação e órbita dos asteróides e cometas e satélites mais afastados e mais próximos de seus primários são irregulares.



12- por que as irregularidades crescem progressivamente com a desintegração de energia do próprio astro. Enquanto a translação, rotação, afastamento, translação transversal e rotação transversal diminuem nos valores de progressão.



Rotação transversal.



O astro ao produzir a sua rotação, ele sempre puxa mais para uma extremidade, produzindo assim uma rotação transversal, onde vai produzir a inclinação da rotação.



Esta inclinação vai produzir a translação transversal.



LEI DO RETORCIMENTO.



Retorcimento e crescimento e faixa de ação.



A inclinação da rotação, inclinação da órbita ocorre numa faixa, que vai sempre aumentando, e retorcendo o movimento, por isto que as inclinações e excentricidade são crescentes.



E também a faixa aumenta e o retorcimento também.



O retorcimento da rotação produz o retorcimento da inclinação da órbita.



Por isto que Vênus produz o seu movimento em sentido contrário. E tem uma inclinação de rotação de 177 graus.



E urano e plutão têm uma inclinação de rotação mais de 90 graus.





EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÕES. FAIXAS, CRESCIMENTO E VARIAÇÕES.



A inclinação da rotação, da órbita e a excentricidade ocorrem numa faixa.



Esta faixa é a variação da inclinação.



Esta faixa também é variável e crescente.



Esta faixa passa por fluxos, fases de oito em 8 anos maiores, depois diminuem.



O crescimento que produz o retorcimento da inclinação da órbita. Por isto que toda inclinação de órbita é crescente.



Pode-se comparar a faixa da rotação com a sombra que muda durante o ano.



E Vênus tem um movimento contrario.



Também a inclinação da órbita e excentricidade ocorre numa faixa.



Que também é crescente.



Os processos físicos e fusões produzem a radiação e altas temperaturas e atividades tectônicas, que vão produzir a rotação e sua inclinação, que a rotação e inclinação produz a translação com sua inclinação e excentricidade.



A elipse nada mais é do que uma inclinação paralela à eclíptica, que é produzida pela inclinação da rotação.



Pode-se comparar que há uma relação entre a excentricidade e a inclinação da rotação.



A rotação e translação também seguem uma faixa de valores e um fluxo. Ínfimo. Mas segue.









Teoria da fisicidade e atmosfísica.





Sobre a pressão atmosférica e a origem da matéria, astros, cosmo, e dinâmica.



-A esferificação ocorre por causa da pressão do espaço denso e da atmosférica.



-A pressão do espaço denso produz a matéria por compressão do mesmo.



Ed = matéria.



Ved = variação matéria.



-Variação e acréscimo de espaço denso = variação e acréscimo de energia.



- a pressão atmosférica ajuda a isolar a ação de repulsão no campo gravitacional.



- um dos fatores principais que mantém as estrelas brilhando, e que elas não explodiram é por causa da ação da pressão atmosférica, que forma tipo uma bolha de energia em volta das estrelas.





A natureza tem três fatores essenciais para a manutenção da continuidade dos astros no espaço. Do contrário só teríamos elementos químicos soltos.



1- a pressão atmosférica e do espaço denso atraindo os elementos, partículas, gases, radiação entre si. Onde os elementos são fundidos e forma a matéria, os anéis, os discos e os astros.

2- O magnetismo carreando para os pólos, formando bolhas de gases de atmosfera, anéis, discos.

3- As interações físicas e produção de energia e altas temperaturas impulsionando o material de radiação e pedaços para fora. Que voltam a se esferificar.





É importante ressaltar que temos na natureza cósmica da matéria e da física dois fenômenos.



Um de compressão – que é a pressão do espaço denso e atmosfera, que forma e produz a matéria e a energia, a luz e partículas.



E outro e repulsão – produzido por esta matéria já processada pela compressão do espaço denso e atmosfera, que em grande densidade vai entrar em interações de energia produzindo fusões, fissões, partículas, radiação, altas temperaturas, plasma, luz, e outros fenômenos.













O cosmo é a balança de interações destes dois fenômenos – um de compressão e outro de repulsão. Um estrutura e outro desintegra. Um esferifica e o outro desintegra.



Estes dois fenômenos são a causa da dinâmica – rotação, translação, afastamento dos astros no espaço.





Por isto que os astros tem dinâmica – as interações de energia produzem energia que ao se transformar em radiação expelida no espaço vai dar de encontro com a pressão atmosférica e do espaço denso, que faz com que haja a rotação.



Que a rotação vai produzir a translação dos secundários que o primário vai construir em sua volta pela própria pressão atmosférica e do espaço denso.



Que é a causa de todos os astros serem esférico quase perfeito.



E com a impulsão pela radiação do primário o secundário vai se afastar numa progressão decrescente.



Pois vai sofrer a pressão do espaço denso e atmosfera diminuindo a ação da impulsão de afastamento produzida pela ação da radiação do primário.



Ao diminuir a energia do secundário no espaço a sua rotação também vai diminuir.



A translação também diminui, pois a astro que iniciou a sua translação pela ação da radiação e rotação do primário, vai encontrar a pressão do espaço denso e atmosfera.



Pois, ao perder energia, o astro perde dinâmica - rotação, translação e afastamento, pois é freado pela densidade e pressão do espaço denso e atmosfera.



Por isto que a luz das estrelas não chegam até nós e temos o fenômeno da noite, e também não somos queimados pelo calor do sol. Pois esta energia se dissipa no espaço.



- pela desintegração da própria energia.

- Pela ação de freio da densidade do espaço denso e pressão atmosférica.





Por isto que os astros mais distantes são mais lentos progressivamente, e sua dinâmica e órbita mais irregulares.





A tendência dos astros no futuro é ficarem com pouquíssima dinâmica, quase parados, com órbitas irregulares, sistema de estrelas em vez de ser em formato de discos será em formato arredondado.



E rotação e órbita irregular com astros produzindo rotação e translação em sentido invertido, num vai e vem infinito de inversão e sentido normal.











TEORIA GERAL DE PROCESSOS FÍSICOS, ESTRUTURAIS, ATMOSFÍSICOS, DE CAMPOS, E DINÂMICOS ORBITAIS.



Ou seja, a compressão produz a densidade, que a densidade produz a estrutura fechada, que vai produzir os fenômenos internos, tipo fusão e fissão nuclear, que vai produzir grandes temperaturas e radiação.



E todos estes fenômenos vão produzir energia, magnetismo, radiação, gravitação de atração e repulsão. Que vão produzir os astros e sua dinâmica e órbita.



Todos estes fenômenos vão produzir o sistema cósmico de estruturação e desintegração, anéis, discos e esferificação.



Vão produzir a rotação e o afastamento e estes a translação.



Ou seja, são vários fenômenos produzindo a órbita, dinâmicas e a física e os astros no espaço.











SOBRE A EXPLICAÇÃO DO EIXO DA ROTAÇÃO.



Primeiro - o eixo da rotação não tem a nada haver com o achatamento, mas sim com o diâmetro do astro, pro isto que júpiter tem a menor inclinação, por ser maior e ser o mais estável.

Segundo - depende da formação inicial do astro, como já foi visto durante a sua formação os anéis e discos não estão completamente alinhados, mas sim sempre um pouco fora de um alinhamento.



Este alinhamento tende a uma regularidade e depois volta a aumentar conforme o astro desintegra a sua energia, por isto que os astros menores e mais afastados sempre terão uma maior inclinação em relação a este alinhamento.





PRINCíPIO DA VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO.



A inclinação da rotação não é constante, ela varia sempre de décimos de graus, levando o astro a épocas mais quentes e outras frias.



Esta variação aumenta com o afastamento do secundário do primário e o diâmetro do mesmo. É maior nos satélites, cometas e asteróides, principalmente nos mais afastados e por serem produzidos por astros com um potencial de energia menor, no caso planetas.



Esta variação é confirmada pela evecção da lua.



PRINCÍPIO DA VARIAÇÃO DA EXCENTRICIDADE.



A mesma variação em décimos de graus se encontra na excentricidade dos astros, sempre maior nos mais afastados e menores.



Isto se confirma na órbita da lua e no período dos cometas, principalmente o cometa Haley.



ALTERNANCIDADE DA VARIAÇÃO.



A variação se alterna na órbita e na rotação, que aumenta e diminui conforme o diâmetro e afastamento do primário que pode ser em anos, períodos, e quantidade e velocidade de rotação, sempre levando em conta o diâmetro e o afastamento.



Em períodos de cinco em cinco anos até oitenta anos para alguns cometas, e em centenas de rotações.













Décima sexta teoria de astronomia graceliana.



RESPOSTA A ALGUNS ENIGMAS DA ASTRONOMIA.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.



Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.



Endereço – Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Colaborador. Márcio Piter Rangel.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais – Brasil.



Apresentado a Sociedade Brasileira de Física – SBFísica.



Brazilian Journal of Physics.



Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus. Pois é o único absoluto.





1- AS CALDAS DOS COMETAS MUDAM DE POSIÇÃO E FICAM EM SENTIDO PARALELO EXTERNO [para fora] sempre quando passam perto de algum planeta ou estrela. Isto confirma que a radiação impulsiona para fora os astros. E a gravitação tem pouca ação a grandes distancias. Pois se a gravitação atraísse a calda deveria se posicionar em sentido paralelo interno, mais próximo do astro em que o cometa esta passando. Ou ficar para traz, pois com a velocidade seria normal a calda sobrar para traz.



2- AS GALÁXIAS E AGLOMERADOS SÃO PLANOS POR CAUSA DO EFEITO MAGNÉTICO DURANTE A FORMAÇÃO das galáxias e aglomerados, pois os secundários se originam após um perfilamento de gases e partículas no equador, por causa do efeito magnético.



Isto prova que as galáxias e aglomerados são causa de um processo longo e mais demorado, e são causa secundaria, pois se originaram de algum primário.



3- A ESFERIFICAÇÃO SE DEVE APÓS O EFEITO MAGNÉTICO DE CARREAMENTO PARA O EQUADOR, ONDE SÃO PRODUZIDAS AS MASSAS DE GASES ATMOSFÉRICAS, SE CONFIRMA ISTO EM JÚPITER. Os anéis e os discos. E a pressão atmosférica e a pressão do espaço denso produzem a esferificação deste material.





4- OS PLANETAS E SATÉLITES EM SUA MAIORIA FORA DO SISTEMA SOLAR SÃO GASOSOS POR SEREM AINDA DE FORMAÇÃO RECENTE. SÃO JOVENS.



5- VÊNUS TEM UMA TRANSLAÇÃO CONTRÁRIA AOS OUTROS PLANETAS PORQUE ELE DEU UM GIRO ROTACIONAL SOBRE SI COM O PASSAR DOS TEMPOS. E ESTE FENÔMENO DE INCLINAÇÃO ROTACIONAL VEIO MUDANDO a sua inclinação translacional aumentando o ângulo desta inclinação. Pois quando o astro passa de um ângulo superior a cento e oitenta graus de inclinação, o mesmo passa a retornar, ou seja, fazer o movimento em sentido inverso.



Isto se confirma que Vênus possui uma das maiores inclinações rotacionais.



6- URANO E PLUTÃO TÊM UMA INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO PERPENDICULAR EM RELAÇÃO À ECLÍPTICA POR QUE são velhos e já se encontram com pouca produção de energia. Esta inclinação sempre aumentará, como também a inclinação da translação e a excentricidade.



7- OS SECUNDÁRIOS QUANDO VÃO SE AFASTANDO E FICANDO MAIS VELHOS E COM MENOS ENERGIA SE PROCESSANDO, TENDERÃO A TER UMA CRESCENTE INCLINAÇÃO ROTACIONAL E TRANSLACIONAL E GRANDES EXCENTRICIDADES.







8- PARADÓXIDO DO ACOMPANHAMENTO DA DINÂMICA DOS ASTROS E GALÁXIAS.



Sistema dinâmico solar.



OS SATÉLITES SEGUEM OS PLANETAS E ESTES O SOL, E O SOL A GALÁXIA.



É como um corredor que nasceu dentro de um carrossel e em translação na extremidade de um outro carrossel maior também em translação maior. Mesmo se o corredor parar ele estará em movimento. Ele sempre acompanhará o movimento do carrossel.



Quando mais próximo do carrossel central ele não se aproxima, por que ele não está sendo atraído, mas sim impulsionado para fora pela ação da radiação. Na verdade sempre quando a aproximação é maior, maior é a impulsão. Por sito que os secundários tem uma progressão de afastamento e seguem o primário.



É como a dinâmica dos anéis em torno dos planetas, que é uma translação quando visto como um corpo já estruturado, mas quando ainda na fase de filamentos de gases e partículas atmosféricas faz parte da rotação do planeta o segue o mesmo na sua translação no espaço.



Ou seja, mesmo produzindo a sua dinâmica pela sua energia, ele seguirá o sistema em foi produzido.



MAS HÁ COMETAS E ASTERÓIDES QUE SAÍRAM DO SISTEMA DINÂMICO SOLAR E NÃO HÁ MAIS REGISTRO DOS MESMOS.



Isto provavelmente ocorrerá com os satélites, planetas e cometas do sistema dinâmico solar, após eles ficarem mais velho, com menos energia, se afastarem mais de seus primários, e aumentarem a suas inclinações de rotação e translação e excentricidade. Na era em que o sistema solar de plano passar a ser redondo.



9 – MERCÚRIO E VÊNUS NÃO POSSUEM SATÉLITES POR SEREM JOVENS DE FORMAÇÃO, mesmo tendo uma grande produção de energia e radiação e temperatura. Enquanto Plutão tem dois satélites mesmo tendo um diâmetro também pequeno. Pois Plutão é mais velho e foi produzido numa quantidade de energia muito maior, enquanto o Sol era mais intenso na sua produção de energia.



10 – OS SATÉLITES DE MARTE SÃO OVAIS PORQUE MARTE TEM POUCA PRESSÃO ATMOSFÉRICA E PRESSÃO DE ESPAÇO DENSO. Que são os fatores que produzem a esfericidade dos astros.



Os asteróides em sua maioria também não possuem uma esfericidade perfeita.















Teoria da relação entre a astrofísica e a astronomia.





Os fenômenos astrofísicos determinam os astronômicos.









Produção, fluxo, pulso e aceleração de energia dentro dos astros.



1-Dentro dos astros ocorre uma intensa produção de energia, aumentando e diminuindo o movimento de energia dentro do astro.



2-Fazendo com que em centos momentos esta energia seja direcionada para um sentido, e em outro momento para outro sentido.



3-Isto faz com que a energia não seja uniforme e constante em todos os lugares, produzindo um fluxo, um pulso interno de energia, uma aceleração de energia e radiação seguida de desaceleração.



4-Isto também ocorre com os campos, o magnetismo dentro do astro, e a temperatura e os sismos.



5-Como também as marés de energia dentro e fora do astro.



6-Isto faz com que o astro pulse.



7-E que a radiação seja descontinua, tanto dentro, quanto fora do astro.



8-E faz com que a energia do astro seja carreada para o equador.



9-Estes fenômenos expostos acima são os responsáveis pelo movimento de energia interna do astro. Sismos e magnetismo dos pólos para o equador.



10-E que produz as correntes marinhas, conforme a temperatura quente de certos pontos para as frias.



11-O mesmo acontece com o movimento da atmosfera, que é carreada dos pólos para o equador pelo movimento de energia interna do astro, que produz o movimento do magnetismo dos pólos para o equador.



12-Que por sua vez produz o deslocamento rotacional do astro no espaço.



13-Que este deslocamento rotacional vai produzir a translação do secundário, quando o mesmo ainda se encontra na sua origem seguindo a rotação da translação do primário.





O fenômeno de pulso causado pelo fluxo de produção de energia, vai produzir o fenômeno da descontinuidade de energia, radiação, magnetismo, sismos, correntes marinhas e deslocamento de atmosfera.











Princípio da Ovalidade –



As elipses não são perfeitas. Toda elipse tem uma das extremidades mais pontuda que a outra extremidade. Produzindo um formato que se aproxima do ovo de galinha.



Isto está mais presente nas órbitas dos satélites, asteróides, cometas e outros astros menores.

É confirmado principalmente nas órbitas da lua.









Paradóxido do acompanhamento pela origem.





ISTO SE CONFIRMA NOS SATÉLITES DE URANO. EM QUE TODOS secundários GIRAM EM CÍRCULOS QUASE QUE PERFEITOS EM TORNO DE URANO E SE MOVEM EXATAMENTE NO SEU PLANO DO EQUADOR.



ISTO SIGNIFICA QUE O PLANO DE REVOLUÇÃO DOS SATÉTITES É MAIS OU MENOS PERPENDICULAR AO PLANO DE REVULOÇÃO DE URANO EM TORNO DO SOL.



FOI ESTE MOVIMENTO SINGULAR DOS SATÉLITES EM CIMA E EM BAIXO QUE PRIMEIRO DEU AOS ASTRONOMOS A SUGESTÃO DE QUE O EIXO DE URANO ERA TÃO INCLINADO.



ISTO CONFIRMA TODAS TEORIAS GRACELIANAS – DE QUE o primário produz o secundário.



Que a rotação do primário inicia a translação e revolução do secundário, e o secundário do terciário, e este do quartenário.



E de que mesmo tendo órbita perpendicular os satélites de urano acompanham a translação de urano em torno do sol.



Esta é a grande prova de todas as teorias gracelianas.



E de que a energia e radiação também determinam a órbita e dinâmica.e rotação.



Confirma também que proporcionalmente a distancia os satélites de saturnos também possuem órbitas de inclinação acentuada, quase perpendicular. Ou seja, órbitas retrógradas.





A atmosfera de urano se localiza quase toda em um dos pólos. Pois ao se transladar de lado o pólo de trás em relação a translação recebe a maioria da atmosfera.



Isto alem de provar o paradóxido do acompanhamento, também prova a alternancidade e a variação com o afastamento.



Alternancidade – mudança de agente na produção dos fenômenos – inicia com a energia, radiação do primário e secundário e rotação do primário. Depois a rotação perde a sua função e fica só a energia do próprio secundário.



A variação depende da energia do primário e do próprio secundário quando envelhecido e com pouca energia passa a vagar lentamente no espaço.



SOBRE O AFASTAMENTO PELA RADIAÇÃO.

Os secundários e terciários se afastam para dar lugar aos novos para se formarem, do contrário todos estariam próximos ao sol. Formando um cinturão de planetas, satélites, cometas e asteróides. Com o afastamento se confirma que os astros estão em afastamento ínfimo, logo não são atraídos mas sim afastados pela ação da radiação e temperatura dos primários sobre os secundários. E este ponto vai contra a ação da gravitação sobre as órbitas.



TRANSLAÇÃO EM ESPIRAL.



Os satélites de urano desenvolvem uma translação em espiral tipo parafuso em relação ao sol, por desenvolverem uma translação perpendicular ao sol. E ainda se afastam do sol e de urano. Isto se deve aos fenômenos de origem – energia, radiação e rotação dos primários, de urano em relação ao sol e dos satélites em relação a urano.



Ao se afastar eles se livram da ação dos fenômenos dos primários e passam a desenvolver a sua própria órbita e dinâmica – conforme a sua produção de energia.



A energia – diâmetro e tempo de vida - representado por afastamento em relação aos primários determina a órbita, inclinação da rotação e dinâmica e afastamento.



Por isto que todos mais distantes são mais irregulares na sua órbita e dinâmica – levando em consideração o diâmetro dos mesmos – os maiores são mais regulares e estáveis em relação aos menores, considerando que quanto maior mais produção de energia desenvolve.



Que vão produzir a rotação onde vai dar condição aos secundários de iniciarem a sua translação.



A GRANDE PROVA. ÓRBITAS EM ESPIRAL.



As órbitas perpendiculares dos satélites de urano são a grande prova de que a rotação do primário inicia a órbita do secundário, e de que a radiação e energia do primário produzem o afastamento do secundário. E que não são atraídos, mas sim afastados.



O satélite mais distante de saturno – febe, desenvolve uma órbita retrógrada, isto se confirma em alguns asteróides, pois temos mais uma prova da irregularidade pelo afastamento e produção de energia.



Todos secundários mais afastados dos seus primários são mais irregulares.







TRANSLAÇÃO DOS SECUNDÁRIOS.

As órbitas dos satélites de Saturno são produzidas com 29 graus em relação ao sol, pois o planeta desenvolve 29 graus de rotação. Provando assim a influência direta da radiação, energia, rotação e magnetismo sobre a translação dos secundários.







Estabilidade pela energia.



A lua tem uma excentricidade 0.05 e a terra tem 0.017 ou seja, três vezes maior do que a terra com isto se confirma que energia e diâmetro dão uma estabilidade ao astro, e quanto menor menos energia o astro tem e é maior as suas irregularidades – na excentricidade E nas duas inclinações.



A lua tem uma órbita inclinada de 18 graus em relação ao plano do equador terrestre, ou seja, mesmo tendo uma origem orbital pela rotação da terra, a lua com pouca energia sai do eixo orbital com mais facilidade, e inicia a sua irregularidade mais cedo e com mais intensidade.



Confirma-se nos satélites de marte, júpiter, saturno, urano o mesmo fenômeno, que as irregularidades dependem da energia e radiação do mesmo – pois considerando que os mais distantes são mais envelhecidos progressivamente e com mais tempo de processamento e gasto de energia, logo são os mais irregulares, considerando também o seus diâmetros e tempo processamento.



É bom registrar que as diferenças da lua não foram possíveis de se fundamentar com as teorias da gravitação e da relatividade.





Novas teorias.

Teoria da origem pelo secundário, e da translação pela rotação e radiação do primário.



Teoria da progressividade pela desintegração – decréscimo de produção de energia,.e envelhecimento e afastamento.



Teoria da progressividade das irregularidades pela desintegração do astro e decréscimo na produção de energia.











ÓRBITAS ELÍPTICAS, OVAIS, IRREGULARES E VARIÁVEIS.



Nem todas as órbitas são elípticas, as dos satélites de marte, da lua, e de alguns asteróides e cometas são ovais com uma das pontas sempre mais pontudas, e outras mais extensas.



Outras são irregulares – sempre mudando os valores das pontas. Isto depende da produção de energia da época em que a órbita está sendo produzida. Logo são variáveis.



Elas são também variáveis da sua origem até o término de existência do astro.

Iniciando com uma grande excentricidade, estabilizando e diminuindo, e depois volta a aumentar a excentricidade.



ASTRONOMIA VARIÁVEL.



Com o exposto acima se confirma que a astronomia é variável em cada astro – inicia com excentricidade grande, depois diminui. E por fim volta a crescer – entrando na instabilidade por decréscimo de produção de energia.









O que produz a rotação.



A rotação é uma consequência da produção interna de energia do astro. Que produz magnetismo que se movimenta em direção aos pólos. Carreia energia, temperatura, radiação e sismos dos pólos para o equador. O astro se encontra em constante movimento e aceleração de energia, magnetismo, temperatura e sismo interno.



O encontro desta energia e magnetismo juntamente com a expelição da radiação, energia, temperatura para o exterior e principalmente na direção do equador faz com que o astro entre em rotacionalidade.



E a rotacionalidade venha produzir a translação do secundário, anéis e discos.



E também o afastamento do mesmo.





O FORMATO DE UM, OU VÁRIOS ASTROS EM UM MESMO.



Um astro pode ser dividido na sua densidade de materialidade. Que na maioria dos casos é esférico.



Este mesmo astro pode ser dividido na sua energia interna e externa.



E se for feito um mapa da densidade deste astro a sua energia é em forma de disco. Sendo que o núcleo é maior e diminuindo para a exterioridade.



O mesmo acontece com a temperatura, os sismos e o magnetismo e a gravitação.



Assim, temos na verdade dois astros num mesmo.



Um esférico da materialidade.



E outro em formato de disco que é o da energia e magnetismo. Sendo que o bojo maior está no núcleo. Que parte para a extremidade e vai além dos limites da esfericidade da materialidade.











O futuro da física e astronomia.





O universo não está em expansão, mas sim em afastamento ínfimo.

O que é observado para o vermelho no Efeito Doppler é a rotação e translação do universo.



Os corpos são atraídos numa distancia bem próxima dos astros. A partir daí há um espaço sem atração e impulsão. E depois toda ação da gravitação desaparece e inicia a impulsão pela radiação.

Logo, a gravitação não será vista como o principal agente da translação e órbita.



Da teoria da relatividade pouco será aproveitado. Pois será provado que não há variação do tempo. E o espaço não varia com a velocidade.









O formato dos astros e do sistema solar, aglomerado e galáxias.



O formato de anéis que se concentra no equador é proveniente da ação do magnetismo produzido pelo próprio astro. Que vai se transformar em discos. Por isto que o sistema de estrelas com seus planetas, aglomerados, e galáxias em sua grande maioria é em forma de disco.



O formato esférico dos astros é proveniente da ação de pressão da atmosfera, pressão do espaço denso.



Os discos e anéis são impulsionados para fora pela ação da radiação e altas temperaturas, que longe da ação do astro originador, aquele material em forma de anel e disco passa a se esferificar formando um novo astro [secundário].



Por isto que os sistemas de estrelas com seus secundários, aglomerados, e galáxias são em forma de discos, enquanto os astros são em formato de esferas.









NATUREZA DO CHEIO – O ESPAÇO NÃO É UM VAZIO.



PRESSÃO ATMOSFÉRICA.



A pressão atmosférica faz uma pressão sobre os gases no espaço que tende uni-los numa só esfera. Pois se a pressão é por todos os lados só pode surgir uma esfera.



Por isto que os astros e átomos são esféricos. Inclusive as células.



ESPAÇO DENSO E NATUREZA DO CHEIO.

Quando se retira o oxigênio de um recipiente por combustão, se este recipiente for de plástico ou de lata ele se envergará e se deformará. Ou mesmo se colocar um ovo fervido na entrada do recipiente, impedindo a entrada de ar. O ovo será puxado para dentro do recipiente.



Com isto se conclui que a natureza não é um vácuo, não é um vazio, mas sim que a natureza que temos a noção de um vazio é na verdade um cheio com densidade.



Esta experiência do ovo na garrafa com combustão pode ser feita fora da órbita e da ação de oxigênio que se tem na atmosfera e próximo da terra. Que o resultado será o mesmo.



PROVA DO ESPAÇO DENSO E CAUSA DA ESFERIFICAÇÃO.



Assim, temos a pressão atmosférica, a pressão do espaço denso, e da natureza do cheio, ou seja, o espaço é por natureza um cheio e não um vazio.



Isto que faz que surge a matéria a partir do espaço denso, e que a partir da pressão do espaço denso e da natureza do cheio ela se solidifique e esferifique.



Ou seja, a natureza em que vivemos não é um vazio, mas sim um cheio. E este cheio tem por natureza não deixar espaços vazios.



O CHEIO TEM A FUNÇÃO DE AGLUTINAR TUDO E TODOS OS FENÔMENOS.



Tem-se na ação e função do cheio a origem das estrelas.



Se a gravitação tem sentido vertical ao astro, o cheio do espaço denso tem ação para todos os lados, em todas direções e sentidos.



O cheio age contra a ação da radiação, formando um meio físico e retardando a ação de impulsão da radiação.



O cheio é o agente que mantêm os gases na atmosfera, e ajuda no movimento destes gases.

Pois se fosse só a gravitação eles se precipitariam em direção a terra. E se fosse só a ação da radiação eles seriam impulsionados imediatamente para fora.



Os gases que forma a atmosfera são expelidos para fora pela ação da radiação, altas temperaturas, atividades tectônicas, fusões e fissões nucleares.



Ou seja, o cheio tem uma função fundamental sobre a vida na terra, formação de atmosfera, anéis, discos e esfera.



As atividades físicas produzem gases e os expelem no espaço, que formarão a atmosfera.



O magnetismo carreará este material em direção ao equador, que ali se formará uma atmosfera mais densa. Isto se constata na densa atmosfera no equador de júpiter.



Enquanto isto a impulsão está ocorrendo, afastando estes gases e material de radiação.



Com a pressão atmosférica e a pressão do espaço denso e natureza do cheio, este material vai se forma em anéis, depois em discos.



E ocorrendo mais afastamento da pela ação da impulsão pela radiação ocorrerá a esferificação, que é o secundário.













MOVIMENTO E FLUXO ENTRE DOIS EXTREMOS DE INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO E DE TRANSLAÇÃO, E DE EXCENTRICIDADE.



Os astros desenvolvem um movimento de inclinação na sua rotação, translação e excentricidade, sempre indo e voltando.



Ou seja, as duas inclinações não são fixa e segue uma dinâmica, e este movimento segue um fluxo entre dois extremos num ir e vir.





E DESLOCAMENTO DE EXCENTRICIDADE.



Ou seja, a órbita não segue uma constância ela sempre tende a um afastamento lateral, alem da translação e do afastamento do primário.



Ou seja, o astro no seu afastamento e translação também produz um deslocamento de lado. Este deslocamento é muito pequeno, mas se olhar em grandes escalas de tempo, terá facilidade de ser detectada.



Este deslocamento lateral é proporcional a instabilidade orbital do astro.



Quanto maior e com grande processamento de energia, como o planeta júpiter, a excentricidade é menor e o deslocamento lateral também é menor.



Maior o diâmetro = menor a excentricidade = menor é o deslocamento lateral.



Menor o diâmetro = maior a excentricidade = maior é o deslocamento lateral.





Este deslocamento lateral segue um fluxo de ir e vir entre dois extremos, porem sempre tendendo mais para uma das extremidades.





Assim, podemos dizer que os astros têm o movimento de rotação, translação, afastamento longitudinal, lateral na excentricidade e nas inclinações.



Ou seja, os movimento não são dois, mas cinco.















Magnetismo rotação e alinhamento cósmico.



O magnetismo carreia para a direção do equador o material de radiação. Que vai produzir os anéis, depois em discos e vão se transformar em esferas pela pressão do espaço denso e atmosfera. Que iniciarão a sua translação conforme a rotação dos primários.



O magnetismo e a rotação levam os secundários a iniciarem a sua translação em alinhamento. Por isto que os astros e o cosmo quase na sua totalidade é em formato de disco.



Isto se confirma nos sistemas planetários, de satélites, de cometas, de galáxias e aglomerados.











Fluxos de variações astronômicas.



Os planetas, satélites, cometas e asteróides desenvolvem uma variação crescente até um pico, e retornando decrescentemente até outro ápice, formando assim um ciclo, fluxo.



Esta variação está presente na inclinação rotacional. Orbital e na excentricidade.



Está variação não é constante. Obedece a um fator de valor que depende da instabilidade e estabilidade do astro. Como exemplo pode-se citar júpiter que tem as duas inclinações e a excentricidade pequenas.



O fluxo varia de 5 a 25 anos e depende da inclinação do secundário. Quanto maior a inclinação maior o tempo do fluxo.



E maior é a inclinação



FÓRMULA PARA VARIAÇÃO DE INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO.



A inclinação somada com o resultado da inclinação multiplicado com 0,0001





O fator de júpiter é 0.00031+3,1= 3,10031 que é a variação no seu extremo.

O fator da terra é 0,00235+23,5= 23.50235 que é a variação do grau em seu máximo.



Mercúrio 28*0.0001=0.0028. [ 0.0028+28=28.0028.]

Vênus 177*0.0001=0.0177. [ 0.0177+177=177.0177.]

Terra 23.5*0.0001=0.00235. [ 0.00235+23.5=23.50235.]

Marte 25.2*0.0001=0.00252 [ 0.0025.2+25.2=25.20252.]

Júpiter 3.1*0.0001=0.00031 [ 0.00031+3.1=3.10031.]

Saturno 26.7*0.0001=0.00267 [ 0.00267+26.7=26.70267.]

Urano 97.9*0.0001=0.00979 [ 0.00979+97.9=97.90979.]

Netuno 28,8*0.0001=0.00288 [ 0.00288+28.8=28.80288.]

Plutão 90 *0.0001= 0.009 [ 0.009+90=90.009.]



O VALOR DA DIFERENÇA DO RESULTADO DA VARIAÇÃO É PARA MAIS E PARA MENOS DO QUE É A INCLINAÇÃO. E A SOMA É O ÁPICE QUE CHEGA A INCLINAÇÃO PARA AQUELE ASTRO.



Esta variação e ciclo fazem com há mudanças aparentes na temperatura da terra, nos oceanos, na atmosfera, nas florestas alterando a normalidade nestes nichos de ambientes no planeta, fazendo com que haja fazes destes ciclos com grandes alterações climáticas que pode acarretar enchentes e desastres naturais sobre o planeta.



Este é um dos motivos, outro é a retirada do material fóssil do planeta, pois todo material fóssil é um absorvedor de radiação e de temperaturas produzidas pelos processos físicos e fusões nuclear que ocorre no núcleo do astro.



A própria variação é variável, ou seja, não acompanha o valor do fator.



VER FLUXOS PARA EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÃO.





VER CÁLCULO DE VARIAÇÃO CRESCENTE PARA INDICES DE AFASTAMENTO.

INCLINAÇÕES, EXCENTRICIDADE. ROTAÇAO TRANSLAÇÃO. E OUTROS.











FISICA TEORIA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA POR INTERAÇÕES E ENERGETICIDADE.



Onde unifica a física, fenômenos nucleares, decaimentos de energia, radiação, produção de luz, calor temperatura, radiação, produção de campos, ação magnética dos astros, formação de astros e desintegração.



Assim, se tem a física, química [produção e evolução dos elementos químicos], formação e desintegração dos astros, fluxos cósmicos de produção e desintegração através de interações e energeticidade.



Física,

Química,

Astronomia,

Cosmologia.





A UNIFICAÇÃO DE CAMPOS PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.



Todos os campos incluindo o fotônico, o do espaço denso possuem cargas positivas e negativas, direcionam tudo para o equador, dos pólos para o equador.



Tem alcance finito e diminui conforme a fonte que o produziu. Ou seja, decresce a sua intensidade progressivamente. E é finito.



O campo gravitacional também tem ação impulsora e não só de atração. Isto se confirma na evaporação das moléculas de água quando sobe para o espaço. E quando se junta de novo desce em forma de chuva. Logo tem as duas ações.



Alem de ter também a ação magnética de direcionar tudo para o equador dos astros.





E é um campo de intensidade forte, só é visto como fraco porque quando medido, é medido longe da onde está sendo produzido. Pois, o campo gravitacional tem a sua intensidade de produção onde ocorre a maior intensidade de produção de energia. No caso no núcleo do astro.



E o que produz os campos não são as partículas, mas a produção de energia, por isto que no núcleo dos astros ocorrem a produção de campo gravitacional e magnético do mesmo astro.



Em torno de um fóton de luz se tem um campo com todas as características de um campo gravitacional em torno de um astro. Pois o que produz os campos não são partículas, mas a produção de energia que produz as partículas, sua temperatura, radiação, atração e impulsão, e campos.











Teoria graceliana de química. Sistema atômico.

Sistema atômico fluxonário estruturante – graceliano.

Primeira teoria da origem da matéria.

Quarta teoria de unificação graceliana. Entre a química, física, cosmologia, astrofísica, energia e matéria.



TEORIA DE ASTROQUÍMICA.



UNIFICAÇÃO ENTRE A FÍSICA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA, PARTÍCULAS, PRODUÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS E FENÔMENOS ASTROFÍSICOS, ASTROQUÍMICOS E COSMOFÍSICOS E COSMOQUÍMICOS.



Matéria é a densificação de energeticuns – sistema de produção de energia que produz o sistema atômico.



ENERGETICUM – MILHARES DE PACOTES DE FILAMENTOS DE ENERGIA QUE PRODUZ UM FÓTON. SISTEMA ATÔMICO E A LUMINOSIDADE DAS ESTRELAS.





É o que liga o núcleo do átomo a suas camadas. O que parece ser um vazio é na verdade o energeticum interagindo e fazendo com que possa haver uma ligação entre núcleo, prótons e elétrons.



Quando o fóton pula de uma camada externa para uma interna é que as interações do energeticum estão no seu máximo, no seu ápice de produção de energia. E este salto ocorre no meio entre as camadas constituídas de energeticum.



Dentro do fóton também ocorre uma intensa atividade de produção de energia pelo energeticum. Com fluxos e saltos numa vibração constante.



O ENERGETICUM É FORMADO POR ÍNFIMOS E INFINITOS QUANTUNS DE ENERGIA [h] DE PLANCK.



O energeticum não tem formato esférico, mas de filamentos, e que se aproximo do vazio, mas não é um vazio.



O fóton é como um novelo de linha, onde as fibras do algodão se entrelaçam formam filamentos, e estes filamentos formam o novelo que é um fóton ou h ação de quanta de energia, ou novelo de energeticum em intensa atividade física.



O salto do elétron de uma camada externa para uma interna não ocorre no vazio, mas sim no meio de energeticum.



E entre o elétron e o núcleo não há um vazio, mas é um meio de ínfimos e infinitos energeticuns livres entre núcleo e elétron e que formam a estrutura do átomo.



O mesmo acontece com o mundo fora do átomo, no espaço o que temos a noção de vazio na verdade estamos inseridos num universo de energeticuns.



Os campos também se processam neste energeticum, e na sua essência são estruturas de energeticuns. Pois não vemos os campos, mas vemos a sua ação.



O que está acontecendo na verdade é uma interação, trocas e saltos de energeticuns entre sistemas atividade pelas suas cargas positivas e negativas e interação de energia.



Entre astros e galáxias esta interação de energeticuns recebe o nome de gravidade.



Entre o mesmo astro e sua atmosfera recebe o nome de magnetismo dos pólos para o equador. Onde carreiam tudo da atmosfera e dos oceanos para o equador.





Em escala menor e de raios de eletricidade.



Depois de campos nuclear forte e fraco.



Campo de fóton,



Campo de espaço denso.



Os campos são formados por energeticuns.



E também o espaço que nos circunda.



Os energeticuns é o espaço denso mais comprimido e na forma de energia.



Quando aumentamos a pressão ou a energia dentro de um recipiente os gases aumentam a sua velocidade por causa de que a energia total também é aumentada, não apenas dentro das partículas dos gases, mas também no sistema dentro do recipiente e externo a estrutura das partículas dos gases.



O mesmo acontece com a dilatação. Pois, não é só os elétrons que aceleram a sua dinâmica, mas também o meio formado por energeticuns em que os elétrons estão inseridos.



Ou seja, se entre o próton e os elétrons há uma lacuna de como o próton é do tamanho de um bola e os elétrons estão distantes e formam um circulo como se fossem o estádio, logo entre esta lacuna temos os energeticuns, e o material que forma os prótons, nêutrons, elétrons é os energeticuns.



Este mesmo material forma as partículas e os campos, pois na concepção os campos não são um vazio, mas uma troca e uma interação de energia entre dois ou mais sistema constituídos de energeticuns.



Os fótons de luz são também constituídos de energeticuns, e se propaga num sistema espacial de energeticuns.



Assim, o vazio não é o vazio, pois é cheio de energia se propagando no espaço. E o próprio espaço é este cheio de energia na estrutura e funcionalidade de energeticuns.





AS CARGAS POSITIVA E NEGATIVA DOS ENERGETICUNS E DAS PARTÍCULAS.



Os energeticuns não têm cargas positivas e negativas, e elas se aglutinam pela ação da compressão de pacotes do próprio energeticum.



Os energeticuns formam as partículas. E todas as partículas possuem tanto a carga positiva quanto a negativa. Ou seja, o elétron tem carga positiva e negativa, o mesmo acontece com o próton, e o núcleo possui também a carga positiva e negativa. Pois eles são formados dos energeticuns que no inicio não tem cargas, mas depois com a aglutinação de infinitos e ínfimos energeticuns o aglomerado na forma de partícula passa a ter ação de atração ou repulsão.

Tanto o elétron, o próton, núcleo e fóton são formados pelo mesmo componente, que é energeticum, pois o energeticum não tem cargas, são compressões de espaço denso.





O ÁTOMO NÃO É UMA PARTÍCULA, MAS UM SISTEMA DE INTERAÇÕES DE ENERGIA.



O que acontece que as partículas mais externas que forma o átomo, que recebe o nome de elétrons produzem fótons que salta de sua órbita para o centro, ou seja, para os prótons, porem os prótons também liberam pacotes de energia constantemente para os elétrons, só que em pacotes menores em mais quantidade e ínfimos, quase imperceptíveis.



Se não houvesse esta interação e troca de energia e de energeticuns os elétrons logo ficariam sem energia e se desintegrariam até desaparecerem. Assim, o elétron libera pacotes de fótons e recebe constantemente energeticuns.



Logo, o sistema que parece ser de cargas com funções definidas por positivas e negativas, depende da posição em que se encontra. Se estiver na periferia liberará pacotes e receberá ínfimas e infinitas quantidades de energeticuns.



O mesmo acontece com o sistema gravitacional sobre a terra. A terra atrai as nuvens de água e corpos grandes, enquanto que impulsiona radiação, calor, gases e vapor de água para a atmosfera. E também carreia estes gases e partículas para o equador.



Grosso modo o próton é como a terra, e os elétrons são como a atmosfera. Que reagrupam os materiais impulsionados pelos prótons, aglutina-os e aumenta a sua estrutura e o seu corpo, e volta a expeli-los no espaço como forma de fótons de energia.



Do contrário não haveria mais elétrons, só haveria prótons. Estes processos de interações mantêm a existência das partículas



Dentro de um átomo ocorre uma intensa produção e interação de energia dos elétrons aos prótons, dos prótons aos elétrons, e também dentro das partículas [próton e elétron] e entre o espaço que existe entre prótons e elétrons.



E que também esta energia são carreadas dos pólos para o equador do átomo num efeito magnético.



ASSIM, O ÁTOMO NÃO É SÓ UMA PARTÍCULA, MAS UM SISTEMA DE PRODUÇÃO, INTERAÇÕES, PROCESSOS, TROCAS E VARIAÇÕES DE ENERGIA E DE ENERGETICUNS. QUE MUDAM A SUA INTENSIDADE DE ENERGIA CONFORME A QUANTIDADE E A INTENSIDADE DE PRESSÃO INTERNA PRODUZIDA PELA AGLUTINAÇÃO.



O próprio fóton pode ser mais intenso ou menos intenso, maior ou menor. Esta energia é uma produção interna do átomo. Porem pode receber radiação e fótons de fora aumentado a sua capacidade de produzir interação de energeticuns.



Assim, o sistema externo [elétrons] libera pacotes maiores e com menos intensidade, enquanto o sistema interno [prótons] libera pacotes menores e com mais intensidade.



COM ISTO SE CONFIRMA QUE O ÁTOMO É UM SISTEMA DE INTERAÇÕES DE ENERGIA E NÃO É UMA partícula maciça como uma só coisa. E o que temos a noção de cargas na verdade são funções externas para internas e internas para externas.



Por isto que os fótons podem saltar das órbitas dos elétrons para qualquer lugar, com qualquer direção e intensidade e a qualquer momento. Pois este salto na verdade é uma liberação de energeticuns na forma de pacotes de radiação fotônica. Que também isto ocorre constantemente em escala menores na forma de pacotes de energia e de temperatura.





SOBRE A FORMAÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS E EVOLUÇÃO DAS ESTRELAS.



Os elementos químicos não se formam em reações prótons – prótons, mas em interações intra-atômicas, ou seja, interações de energeticuns que envolvem prótons e elétrons, camada de energia constituída de energeticuns entre prótons e elétrons, e interações de energeticuns que ocorrem dentro dos prótons e elétrons.



Estas interações são aceleradas por acréscimos térmicos em que o átomo se encontra.



Por este caminho não temos uma grande barreira que é a barreira de Coulomb. Em que partículas de mesma carga se repelem, no caso próton repele próton. E as reações de fusões próton – próton é impossível de se realizar. Pois não depende de sorte o que é impossível.



Assim, os núcleos de hidrogênio pesado são fundidos por interações de energeticuns, onde a energia produzida é uma troca constante e infinita entre elétrons, prótons, núcleos, fótons, e camada intermediaria.



Os prótons são construídos um a um dentro do átomo por interações de energeticuns. O átomo que não é uma partícula, mas é um sistema de produção de energia, recebe energeticuns de fora do átomo, que passa por transformações, interações e estágios de produção de energia.



Ao receber energeticuns constantemente, estes energeticuns ficam na parte periférica do átomo na função de elétrons – com carga negativa.



Com as intensas temperaturas do centro dos astros, as interações continuam numa grande intensidade, onde são produzidos dentro de cada átomo campos, radiações, degenerações beta, partículas menores, enquanto os prótons vão aumentando a sua função de receber este material e passa a ser fundido novos prótons em torno do primeiro.



Se o átomo não recebesse material e energia de fora ele pararia a sua produção de prótons, e novos elementos não seriam produzidos. Assim o átomo não é uma partícula, mas um sistema aberto e que recebe outras formas de energia de fora dele.



Esta energia, na forma de energeticuns vai entrar na parte periférica, onde vai sofrer aglutinações e vir a ser elétrons, depois este elétrons vai interagir com o núcleo do átomo, e estas interações vão produzir prótons e novos prótons.



Quando vai possibilitar que novos elementos químicos sejam fundidos. Pois o próton ao interagir com todo sistema do átomo vai puxar para si parte dos energeticuns das camada intermediaria. Porem este material não se acoplar aos prótons já pronto, pois o seu campo mantem um distanciamento e isolamento.



Assim, possibilitando que próximo dele se forme e se esferifique uma nova partícula, e novas partículas. Por isto que os átomos não possuem um imenso núcleo, ou imenso próton, mas vários.



O que possibilita que os elementos químicos se estruture.



De energeticuns em hidrogênio a Helio, e prossegue na escala periódica.







ASSIM, OS ELEMENTOS QUÍMICOS SÃO RESULTADO DE UM PROCESSO DE INTERAÇÕES DE ENERGETICUNS, QUE PRODUZ O ÁTOMO.



1-O átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia.



2-O átomo recebe constantemente energia e energeticuns de fora para produzir novos prótons.



3-O próton se forma a partir da energia e energeticuns de fora.



4-Que primeiro passa pela fase de elétrons.



5-Depois de energia livre na camada intermediaria, até ser novo próton.



6-O próton que recebe toda esta energia, parte é transformada em novo próton ao seu lado, e que se esferifica ínfima e lentamente.



7-Logo, os elementos são um consequencia de um processo natural do próprio átomo, e não de fusão próton – próton.



8-Mas sim, de interações em todo átomo e o meio externo ao átomo.



Do contrário não teríamos átomos com mais de duzentos prótons, que é o caso do urânio, chumbo, tório e outros.

Ou seja, uma fusão próton – próton não produziria novos prótons do nada ou de prótons já produzidos. Assim só pode ter um caminho, o átomo é um sistema aberto, que atrai energeticuns e radiação de fora, que passa a processa-los e transforma-los em elétrons, depois passa para a camada intermediaria entre elétrons e núcleo. O processo continua e parte deste material que já foi elétrons, energeticuns livres entre a camada passa a ser esferificar e a se transformar em novas partículas próximas ao núcleo.



Com isto surge os elementos químicos, pois o elemento químico é representado pelo número de prótons que cada átomo possui.



E assim, o próton se multiplica por que o átomo é um sistema aberto e o material recebido de fora vai fazer parte do sistema até se transformar em esfera próximo do núcleo.



CONTESTAÇÃO DA FUSÃO PRÓTON – PRÓTON.



Pois uma fusão próton – próton não construíria um átomo com mais de duzentos prótons do nada. Pois uma partícula precisa de mais materiais para aumentar a sua quantidade e numero atômico.



Isto prova que o átomo não é uma partícula sólida, mas sim é um sistema aberto e recebe constantemente energeticuns de fora que vai se agrupar dentro do sistema, e vai passar pela fase de elétrons e por fim de próton.



Por isto que o hidrogênio consegue chegar e um estágio de urânio, tório, chumbo, e outros.



Pois, só assim, com entradas e varias transformações o sistema consegue produzir tantos elementos químicos.





Assim, no sistema de interações intra-atômico não se usa carga positiva e negativa, e que o átomo, prótons, elétrons não são partículas, mas sim um sistema de produção de energia, constituído por energeticuns. O átomo é um sistema constituído de outros sistemas.





Por isto que os elementos químicos são produzidos e uns se transformam em outros, e por isto que as estrelas brilham e o Sol continua a brilhar e a produzir calor com tanta intensidade.



Os elementos químicos não poderiam se formar de uma reação só próton – próton, pois os elementos são constituídos de energia, elétrons, núcleo, prótons, temperatura, fótons, radiação. Ou seja, o átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia em que muitos fenômenos estão se processando.











EFEITO PULSANTICO.



LIMITE DE CONTRAÇÃO E EXPANSÃO PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA E TEMPERATURA.



O átomo que não é uma partícula, mas sim um sistema, ele ao realizar os seus processos e produção de energia segue um fenômeno de contração até um limite, aumentando a temperatura total, com a temperatura aumentada pela contração interna, ele passa a ser expandir internamente.



Assim, segue em dois extremos um de dilatação com perca de energia, perca de temperatura e diminuição de processos de produção de energia.



E outro de contração com aumento de produção de energia, aumento de temperatura e diminuição do diâmetro do sistema atômico.



Isto também acontece com os fótons, e os astros e as galáxias.





É O QUE DETERMINA A LUMINOSIDADE DAS ESTRELAS



O que determina a luminosidade das estrelas, sua grande produção de energia e temperatura é a produção de energia pelo sistema atômico, este sistema de produção de energia que envolve o átomo e o meio externo a ele é que garante que uma estrela fique tanto tempo produzindo energia, luminosidade, temperatura, e novos elementos químicos.



Como já foi visto neste artigo, não é uma fusão isolada [próton – próton] dentro do próprio átomo.



Mas um todo, que envolve a produção de energia interna do sistema atômico, a estrutura do sistema atômico [[contração e dilatação] efeito sanfona], e meio externo ao sistema atômico [ação de temperaturas, campos e compressão externa] sobre o sistema atômico.



Isto garante que elementos químicos possam produzir mais de duzentos prótons num único sistema atômico. Pois do contrário como um único átomo de um único próton poderia chegar a ter tantos prótons, se não fosse por um processo lento e construtivo.



1-Por este caminho se prova a abundância dos elementos químicos, pois os com mais prótons são os que menos se encontra na natureza.



2-E por este caminho a barreira de Coulomb é respeita.



3-Alem de fundamentar que seria impossível pela fusão próton – próton surgir do nada mais de duzentos prótons num único átomo.







HARMONIA E SISTEMA REGULADOR.



Assim, uma estrela não é uma bomba, mas um sistema de produção de energia, onde produz elementos químicos nesta produção de energia por aglutinação onde se forma e se esferifica novos prótons do lado de outros já produzidos.



E este sistema de produção de energia faz com que tanto a estrela pulse quanto o sistema atômico. Dilatando e contraindo-se. Enquanto acelera na contração e desacelera na dilatação das interações e a intensidade de produção de energia.



Com isto faz com que as estrelas e o próprio sistema atômico produz em torno dele uma camada de energia, de radiação, de temperatura, de luz e de campos.



Por isto que o Sol não terminou todo o seu material energético e recebemos até hoje luz, calor, campos e outros fenômenos vindo do Sol.



Assim, a natureza possui um processo auto regulador constituído pela produção de energia e dilatação seguida de desaceleração de intensidade de energia.



Com isto os prótons não se fundem, mas o sistema produz novos prótons próximos daqueles já produzidos. Assim sistema auto regulador, sistema atômico, energeticuns mantêm uma harmonia física e química no cosmo, possibilitando o desenvolvimento e o surgimento de novos elementos químicos.





ESTE PROCESSO OCORRE EM TODA A ESTRELA, E NÃO APENAS EM SEU NÚCLEO E A LUMINOSIDADE É UMA CONSEQUÊNCIA DE TODOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA QUE OCORRE DO NÚCLEO Á ATMOSFERA DA ESTRELA.



Este processo ocorre também nos secundários – planetas, satélites, asteróides, cometas e outros. Por isto que no planeta terra há regiões com maior quantidade elementos químicos, como ferro, estanho, urânio, e outros.



Logo, um próton não estoura para dar origem a outro próton. Mas sim, novos prótons são processados pela produção de energia e se juntam aos que já existem.



Assim, a origem dos elementos químicos e a luminosidade das estrelas, campos, temperatura, partículas, radiação são produtos de produção de energia e são em si produções de energia na forma de energeticuns.



Os campos também são produções de energia na forma e natureza de energeticuns.



Ou seja, os campos não são um vazio, mas uma interação entre sistema de energia no espaço e dentro da matéria.



Na verdade os elementos químicos não evoluem, mas sim, se transformam de mais leves em mais pesados através de processos de produção de energia.





DO DESENVOLVIMENTO DOS ASTROS AOS ELEMENTOS QUÍMICOS.



1- O sol não é uma bomba, mas um sistema de produção de energia. Que ocorre em todo astro e não apenas em seu núcleo. Como também na sua atmosfera e gás circundante. E plasma de radiação que o envolve.



2- Os elementos não são produzidos no núcleo dos astros.



3- E que todos os astros produzem os elementos químicos. E não só o sol.



4- Os elementos são uma produção dos processos de energia, ou seja, a energia do astro produz e acelera os processos dentro da matéria, que é o sistema atômico.



5- E não o sistema atômico de produção de energia vai produzir o plasma das estrelas.



6- Assim, o sistema de produção de energia do astro produz o plasma, radiação, gases circundantes, atmosfera, e funde os elementos químicos dentro do sistema atômico.





7- Assim, o processo de compressão produz e acelera a produção do plasma, que acelera os processos de produção de energia e radiação de todo sistema. Acelerando a produção do sistema atômico, acelerando por sua vez a produção de prótons dentro do sistema atômico.

Quando os elementos químicos se estruturam por acréscimo de prótons.



8-Assim, não acontece o contrário de que o sistema de produção próton – próton vai ser o produtor dos fenômenos dos astros. Mas sim, o sistema de plasma de altas temperaturas vai produzir todos os fenômenos inclusive a produção de próton dentro do sistema atômico, como já foi esboçado acima.



9- O sistema de produção de energia dentro do astro produz uma pressão interna que impede que as estrelas explodem. Pois as mesmas já vinham sendo produzidas por pressão do espaço denso e pressão de gases circundantes, atmosfera e o plasma interno e externo.















Elementogênese.



Teoria cosmologia e química da espontaneidade por processos físicos.





Teoria da espontaneidade.

Cosmologia, química física teoria da espontaneidade.



Os elementos são fundidos espontaneamente, sem ter uma origem em um só momento, como num big bang, ou teoria próton - próton.



A produção dos elementos não segue necessariamente uma sucessão, a produção dos elementos por processos físicos pode produzir vários e diferentes elementos num processo de produção de energia.



Exemplo. Ou seja, pode produzir um urânio sem passar por outros elementos intermediários.



Não é necessária uma intensa produção de temperatura para a produção dos elementos, eles são produzidos espontaneamente, dentro e na crosta de qualquer astro, mesmo sendo um planeta ou satélite.







Os astros não estão muito distantes uns dos outros por que não teve uma só origem num só ponto, em um só momento, como num big bang.



E o cosmo não é único.



Ele se processa e sempre se reinicia enquanto uns se desintegram outros estão se originando do espaço denso e de energeticuns.



Não há uma grande expansão, mas um afastamento ínfimo entre os astros. A terra se afasta menos de um metro por ano.



Assim, o universo é um multiverso, e os elementos surgem de processos físicos onde os elementos são gerados espontaneamente por estes mesmos processos.



O elemento pesado não é necessariamente originado de um mais leve, pode passar por esta fase ou não, depende da intensidade de energia em que ele se encontra e que possa produzir outros mais pesados.



Pode haver saltos na produção dos elementos.



Os prótons não têm a mesma energia e diâmetro, por isto pode haver saltos na produção dos elementos. E isto depende da energia do sistema atômico, energia dos prótons, e produção de energia do astro em que eles se encontram.



A produção de elementos no núcleo de uma estrela não é a mesma em relação a produção na crosta de um planeta.





A MULTIPLICIDADE DE PRODUÇÃO DE ELEMENTOS.



O processo de produção de um elemento não é o mesmo de outro elemento, por isto que há tantos e diferentes elementos. Por isto há o elemento FERRO, pois este é o mais estável de todos os elementos.



Isto explica por que as estrelas brilham mesmo fundindo o ferro. Pois o ferro consome energia em lugar de libera-la.



Assim, responde porque é possível as estrelas fundirem o ferro e continuar brilhando. Pois os caminhos são vários e existem varias saltos na produção dos elementos.



Isto se confirma que há lugares com bastante ferro, em outros como o alumínio, em outros como o silício, e prossegue com outros componentes da química.







O SALTO NA PRODUÇÃO DEPENDE DA INTENSIDADE DE PRODUÇÃO EM QUE O ASTRO SE ENCONTRA, DO SISTEMA ATÔMICO, E DO TAMANHO E ENERGIA E DISPOSIÇÃO [LUGAR] DOS PRÓTONS DENTRO DO SISTEMA ATÔMICO.



Isto explica por que é possível haver o ferro e as estrelas brilharem e continuar a produção de elementos mais pesados.



Por que existe uma irregularidade na abundância dos elementos.



O salto na produção e na continuidade natural da produção é a resposta.







A RENOVAÇÃO E NASCIMENTO DE NOVAS GALÁXIAS E ESTRELAS PELO MULTIVERSO, E O reaproveitamento do sistema atômico na produção de elementos faz com que os elementos se prolonguem, e prolongue muito mais os astros.





SALTO QUÍMICO NA PRODUÇÃO DOS ELEMENTOS.



Se o universo tivesse surgido de um big bang num só momento, o mesmo já teria sido queimado por completo, ou só teríamos os elementos pesados. E o que temos é o contrário, as estrelas estão brilhando, os elementos saltam a fase do ferro, e temos uma imensa quantidade de elementos leves. Isto confirma.









PROCESSO DE RETORNO E PROSSEGUIMENTO NA PRODUÇÃO DOS ELEMENTOS.



DE LEVES A PESADOS E DE PESADOS A LEVES.



Que há um retorno na produção dos elementos, que um elemento que pode chegar a ser pesados pode liberar parte do seu material, ou algum energeticuns que ficarão livres dentro e fora do sistema atômico, que servirão para produzir novos elementos.



Ou seja, um elemento pesado liberará parte da sua energia, energeticuns [matéria] que servirá para a constituição de novos e leves elementos.



Ou seja, o leve produz o pesado, e o pesado libera parte da sua constituição para produzir novos leves.



Isto explica por que o universo é velho e os elementos leves são uma grande maioria na abundância dos elementos.



Ou seja, a matéria muda de lugar dando origem a novos elementos. De leves a pesados e de pesados a leves. Depende da produção do sistema atômico.





Elementos integrantes e desintegrantes.



Como o universo que tem varias origens, em vários lugares e estágios e passa por produções de processos e fluxos estruturantes e desintegrantes, os elementos também passam por fases, saltos, fluxos, desintegração e reintegração de material que já foi integrado como elemento pesado, veio a desintegrar e a reintegrar em elemento mais leve.



Ou seja, os elementos fazem parte de uma produção integrante de energeticuns em elementos leves, destes em pesados, e de pesados perdendo parte do seu material por fissões, e este material voltando a ser elemento químico, ou diretamente na forma de leve ou intermediário, ou pesado.





FLUXOANTE.



Assim, os elementos não passam por um processo de evolução, mas por um processo de produção fluxoante. De construção, saltos, intervalos, integração, e desintegração.



Parte de um elemento pesado de ontem fará parte de um elemento leve de hoje, que por sua vez se integrará e no amanhã ser á outro elemento. Ou leve, ou intermediário ou pesado.



E assim, segue um fluxo de processos de construção e desintegração. De inicio e fim, de causa e efeito. Época de uma forma e função e em outras épocas de outras funções e formas, e intensidade de energia.









EfeitoS graceli vigésima teoria.



ASTRONOMIA .

.



Vigésima teoria de astronomia graceliana.





EFEITOS GRACELI. UM



magnetismo espacial.





A translação dos secundários inicia pela rotação do primário, e que o secundário passa a desenvolver a sua translação conforme a rotação do primário. Com isto a inclinação de translação dos secundários segue o eixo de inclinação do equador dos primários.



Por isto que toda inclinação de translação de secundários próxima inclinação de rotação de primários é grande.



URANO.



Isto se confirma na inclinação de translação dos satélites de júpiter, saturno e urano. Pois no caso de urano que tem um eixo de 97,9 graus em relação a eclíptica os seus satélites tem também esta inclinação em relação a eclíptica, ou seja, segue o eixo do equador de urano.



SATURNO.

Os satélites de saturno também seguem o eixo do equador de saturno, ou seja, teve um inicio com a rotação de saturno. Porem a partir de titã com 0,33 graus. Hipérion com 0,5 graus. Japet com 15 graus. E febe com 150 graus. Ou seja, dá para ver que a inclinação é crescente progressivamente com os mais distantes.



Júpiter.



O mesmo acontece com os satélites de júpiter no que se trata de ser originado pelo primário, e que segue o eixo do equador do mesmo. E a partir de um afastamento passa a um aumento crescente progressivamente conforme o diâmetro do próprio satélite.



Porem, a inclinação de translação dos satélites, dos planetas, cometas e asteróides iniciam um pouco crescente e volta a diminuir, e depois conforme o astro vai se distanciando do efeito da radiação do primário e vai gastando e desintegrando a sua energia a inclinação aumenta progressivamente.



EXCENTRICIDADE.



O mesmo acontece com a excentricidade que tem um grau de órbita um pouco grande volta a diminuir e depois cresce progressivamente. isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.



INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO [AXIAL].



O mesmo acontece com a inclinação de rotação que tem uma origem um pouco grande e depois diminui e volta a crescer progressivamente e infinitamente conforme o astro vai se desintegrando e gastando a sua energia.



RESPOSTA.



O astro quando está se originando sofre a ação da radiação do primário que diminui a sua estabilidade, por isto que tem uma inclinação de rotação um pouco grande. E também de excentricidade e de inclinação de translação.



Ao se afastar um pouco se aproxima do eixo do primário, e depois a instabilidade volta a crescer progressiva e infinitamente.



O EFEITO GRACELI É A ESTABILIDADE DO ASTRO. OU SEJA, É A PASSAGEM DO INSTÁVEL PARA O ESTÁVEL E DO ESTÁVEL PARA O INSTÁVEL.



Ou seja, o crescente para o decrescente, e retornando ao crescente infinitamente.



Ou seja, o astro poderia continuar a sua trajetória crescente progressivamente.Mas não, ele se retrai e diminui, para depois voltar a ser crescente.



Isto também acontece com a dinâmica.



O MAGNETISMO ESPACIAL QUE PRODUZ OS ANÉIS E DISCOS ANTES DOS ASTROS SE ESFERIFICAR, TEM UM ALCANCE PROPORCIONAL A ENERGIA DO PRIMÁRIO.



Ou seja, quanto maior a energia do primário, maior é o alcance e a ação de intensidade no espaço.



Ou seja, do sol pode chegar próximo a júpiter.



De júpiter próximo a ganimedes.

.



O magnetismo espacial que faz com que o secundário venha a ter uma inclinação rotacional e orbital diminuída, para só depois ao se afastar poder ser crescente.



Que também faz com o secundário acompanhe o primário pelo espaço afora. Isto é até quando o efeito magnético espacial tem alcance. Depois o secundário passa a se afastar e a produzir a sua própria rota e órbita no espaço.



Por isto que o secundário carrega consigo os seus filhotes espaço afora. Ou seja, esta é a explica porque mesmo produzindo a sua dinâmica e órbita os secundários acompanham os primários. Como se estivessem agarrados aos primários.



Só depois, como nos secundários afastados, cometas e asteróides vemos astros desgarrados e livres no espaço.



O EFEITO GRACELI É.



1- a faixa de magnetismo espacial.



2- O alinhamento dos secundários por uma faixa invisível que se prolonga no espaço, depois de estarem desalinhados.



3- O acompanhamento dos secundários pelo espaço afora, por causa desta faixa de magnetismo espacial.



4- A anelização de gases antes de se forma em esfera por causa do magnetismo espacial.



5- Como no caso do equador, também o magnetismo espacial é uma faixa de ação que puxa e direciona os secundários e gases ao encontro no espaço da ação de pólos que direciona para este encontro.



6- O encontro é onde está o magnetismo na sua máxima ação.



Diâmetro de júpiter. 142.900 * 10 = 1.142.900. Para distancia entre ganimedes e Calisto - satélites de júpiter.





Diâmetro de saturno. 120.900 * 10 = 1.120.900. Para distancia entre Réia e Hipérion –

satélites de saturno.



Ou seja, a certo afastamento a faixa de ação do efeito graceli decresce e o secundário, passa a se afastar e a produzir uma instabilidade orbital e de inclinação no espaço e uma dinâmica livre.









EFEITO GRACELI DOIS.



PRESSÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ASTROS E NA ESFERIFICAÇÃO.





EFEITO GRACELI TRÊS.



AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ENERGETICUNS E DA ENERGIA E MATÉRIA.





EFEITO GRACELI QUATRO.



FLUXO E RETORNO NA PRODUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.



DE LEVES A PESADOS E DE PESADOS A LEVES.







EFEITO GRACELI CINCO.



ALTERNÂNCIA NO AGENTE CAUSADOR DA TRANSLAÇÃO.



PRIMEIRO A ENERGIA, RADIAÇÃO, ROTAÇÃO E MAGNETISMO DO PRIMÁRIO.



DEPOIS O PRÓPRIO ASTRO PASSA A PRODUZIR A SUA TRANSLAÇÃO.







EFEITO GRACELI SEIS.



FLUXO NA PRODUÇÃO DO COSMO E NA PRODUÇÃO DOS ASTROS E DOS ELEMENTOS.



Efeito graceli sete.



Alinhamento dos astros através do magnetismo e rotação dos primários.













Décima quinta teoria de astronomia graceliana.



ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA

QUINTA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.

Autor. Ancelmo Luiz graceli.



A ORIGEM DA TRANSLAÇÃO.



Teoria da relação entre os fenômenos da astrofísica e a astronomia.



Os astros se formam em translação.



Unificação entre a astrofísica e a astronomia.



OS FENÔMENOS ASTROFÍSICOS DETERMINAM OS ASTRONÔMICOS.



Conforme a produção de energia, altas temperatura e radiação ocorrem a desintegração de astros na forma de radiação e materiais em altas temperatura liberada no espaço, que vão formar atmosfera, aurora boreal, que vai ser locomover para o equador pela ação do magnetismo, formando anéis de gases, que ao se afastar pela ação da radiação vai se formar em discos de esferas em seu torno e não muito longe do equador. A partir daí vai se formar numa esfera maior que já será um meteorito ou um asteróide.





OS ASTROS ANTES NASCEREM JÁ POSSUEM TRANSLAÇÃO.



Durante o processo de formação do secundário que inicia com a radiação e a atmosfera. Que este material de gases e aurora boreal já acompanha a rotação do astro produtor. Ou seja, mesmo antes de ser um meteorito, asteróide ou astro, durante a sua gestação o futuro astro nasce em translação. Pois, da rotação se dará inicio a translação. Os gases e aurora boreal desenvolvem rotação em torno do primário. Os anéis em se encontram em outro estagio já desenvolvem translação. O mesmo acontece com os discos, esferas menores.





EQUIVALÊNCIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA COM A ROTAÇÃO E A TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO.

Confirma-se que conforme a produção de processos de fusões nuclear haverá na mesma proporção à produção de energia do primário e a sua rotação, que vai produzir secundários com translação equivalente.









Teoria da espontaneidade.

Cosmologia, química física teoria da espontaneidade.



Os elementos são fundidos espontaneamente, sem ter uma origem em um só momento, como num big bang, ou teoria próton - próton.



A produção dos elementos não segue necessariamente uma sucessão, a produção dos elementos por processos físicos pode produzir vários e diferentes elementos num processo de produção de energia.



Exemplo. Ou seja, pode produzir um urânio sem passar por outros elementos intermediários.



Não é necessária uma intensa produção de temperatura para a produção dos elementos, eles são produzidos espontaneamente, dentro e na crosta de qualquer astro, mesmo sendo um planeta ou satélite.















Autocosmo.



O universo e a energia se criam por condensação do espaço denso.

Processa-se e produz energia e matéria.

Transforma-se em varias fases.

Evolui e condensa maior quantidade de energia na matéria.

Desintegra-se e desaparece por processos de fusão e fissão nuclear, e radiação e

Desaparece.

Enquanto em outras partes do cosmo se reestrutura e inicia uma outra criação.











Atmosfísica e magnetismo.





O magnetismo produzido pelos processos físicos dos astros transportam os gases e partículas para a faixa do equador, produzindo os anéis e os discos que vão se transformar em esferas e astros.



Variação e fluxos de energia.



E no limite da faixa ocorre intensa atividade física por três motivos.



1- por ter na atmosfera nesta faixa grande quantidade de material em radiação e processos físicos.



2-O próprio magnetismo produz nesta faixa variações e fluxos de energia mais intensa, pois os dois pólos estão produzindo energia e levando para esta faixa.



3-Nesta faixa que se tem um intenso recebimento de energia de outros planetas e do sol. Pois o sistema solar produz quase um disco perfeito, onde os secundários têm pouca inclinação orbital.



Por isto que se tem no planeta terra, próximo a esta faixa uma intensa turbulência produzidas por variação de temperatura e energia, grandes nuvens, e grande produção de raios.



O magnetismo pode variar o seu fluxo de intensidade e diâmetro, conforme ocorrem os processos físicos da terra na produção do magnetismo, a sua influência sobre os processos físicos da atmosfera, e a ação de todo sistema solar sobre os processos físicos da atmosfera naquela faixa e do magnetismo.





No interior dos astros existem correntes de energia, temperatura, radiação e campos. Estes correntes tem função primordial sobre as correntes marinhas e da atmosfera.





Estas correntes se processam dentro da própria matéria.



A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.





Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.



O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.



Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.







Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.



Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.







OS PROCESSOS E INTERAÇÕES DE PRODUÇÃO DE ENERGIA CAUSAM OS MOVIMENTOS DENTRO DO ASTRO E O SEU DESLOCAMENTO NO ESPAÇO.





Os processos físicos causam o movimento das marés, atmosfera, magnetismo dos pólos para o equador, sismos, deslocamento de temperatura e de radiação, produção de elementos químicos, e outros fenômenos. E produz também o deslocamento do astro no espaço.



Ou seja, os processos e interações físicas e de produção de energia causam os movimentos dentro do astro e o seu deslocamento no espaço.













Astronomia transitória.



1- Astronomia de origem – de fluxo – desintegração e reintegração. Num fluxo infinito.



2- A origem da translação pela rotação.



3- Astronomia transitória. A origem da translação e rotação pela origem do astro – processo de reintegração do astro.

Se a existência de um astro ocorre num processo de reintegração – gases, estrela, planeta, atmosfera, anéis, discos, satélites e prossegue num fluxo infinito. Logo, a translação e rotação estão condicionadas ao processo de origem e desintegração do astro, ou outro estágio de existir do astro.



Ou seja, a condição de existir do astro é em estágios e fases – gases, esferas, discos, anéis, radiação, atmosfera. Ou seja, é uma condição TRANSITÓRIA, e esta condição transitória é que leva o astro a produzir e reproduzir a sua rotação, translação. Ou seja, a dinâmica é fruto do processo de ser do astro – integrar-se, desintegrar-se, reintegrar num fluxo infinito.



Astronomia de fluxos.



Teoria geral – origem e existência dos astros e suas fases de existir, e origem e existência das dinâmicas e suas fases e mudanças de existir.



Fases como com mais rotação, outras com mais translações. A intensidade muda conforme a fases em que elas se encontram. E uma leva a existência da outra.



A rotação do primário leva translação do secundário. Ela vai se desintegrar e vai produzir um terciário. Que com a rotação produzirá a translação do próximo que está se formando em torno da sua rotação e acompanha esta rotação. Ou seja, são fases que acompanha as fases de existir – desintegrar e reintegrar dos astros, radiação, gases, anéis, discos. Esferas.









Astronomia processual, estruturante, transformativa, aleatória.





Encontra-se em processos, que se estruturam e estruturam a dinâmica, mudando-a e a transformando constantemente, e que no futuro o sistema solar será um sistema velho e com dinâmicas irregulares e aleatórias.



Com astros mudando o sentido da sua translação uns em relação aos outros.



Os primeiros a entrarem nesta fase são urano e plutão, por terem sua rotação com grandes inclinações. Sendo que Vênus já mudou o sentido da sua translação, agora está voltando.



Ou seja, é um processo constante de mudanças, levando a uma grande irregularidade, tornando o sistema órbita aleatória, com grandes mudanças.